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Bizarros mistérios arqueológicos da história

Bizarros misterios arqueologicos da historia

Bizarros mistérios arqueológicos da história, Muitas estranhas  descobertas  arqueológicas já foram feitas na história moderna. Centenas de artefatos foram descobertos, os quais  confundiram cientistas e desafiaram a visão moderna da história. Muitos desses objetos foram achados fora de lugar ou anacronismos. Estas descobertas são sempre controversas e a comunidade científica é extremamente seletiva no que eles aceitam como fato consumado. Cada objeto desta lista tem sido acusado de ser um embuste elaborado. Em muitos casos, uma conspiração é a única explicação, sem uma reformulação ampla do mundo e dos livros de história. Esses artefatos contam histórias de civilizações antigas, pré-colombianas , contratos trans-oceânicos, e misteriosos avanços tecnológicos. Muitas dessas descobertas arqueológicas desafiam a teoria científica da evolução, assim como muitas crenças religiosas.

As Figuras de Acámbaro

As figuras de Acámbaro são uma coleção de mais de 32 mil peças encontradas em Acámbaro, no estado de Guanajuato, México, por Waldemar Julsrud. Essas estatuetas parecem representar dinossauros, animais extintos e pessoas de culturas dovelho continente. Determinações não oficiais de carbono 14 estimam sua idade em 6000 anos.

Dado que lembram dinossauros, as figuras são algumas vezes citadas como anacronismos. Alguns criacionistas afirmam a existência de tais figuras como uma evidência para a coexistência de humanos e dinossauros, em uma tentativa de colocar em dúvida os métodos científicos de datação e potencialmente oferecer apoio a uma interpretação literal da Bíblia.

Entretanto, não há evidência confiável para a validade das figuras de Acambaro como artefatos verdadeiramente antigos ; eles são aceitos por meios não acadêmicos de arqueologia e paleontologia (incluindo-se aí pseudoarqueologia), e os motivos de muitos que os apoiam são questionáveis.

Descobrimento

Em 1944 Waldemar Julsrud, comerciante de ferragens de origem alemã, descendo a cavalo o mais baixo declive da montanha de El Toro, deparou-se com uma parte de um objeto cerâmico enterrado parcialmente na terra. Julsrud de forma alguma era um desconhecido de artefatos de civilizações antigas: possuía uma das maiores e mais valiosas e extensas colecções de cerâmica Chupicuaro em existência, com várias centenas de peças. Tinha, também, noções de arqueologia e imediatamente percebeu que essas peças eram diferentes de tudo que já havia visto.

Ele fez um arranjo com um de seus empregados, Odilon Tinajero, para escavar na área, a fim de encontrar mais peças. Julsrud concordou em pagar Tinajero um peso para cada estatueta que estivesse completa, ou pudesse ser facilmente reparada.

As estátuas escavadas variavam de 2 cm a 1,8 metro de comprimento. Alguma destas mostravam estranhas criaturas em associação ativa com humanos – geralmente os devorando (mordendo). Aproximadamente 10% destas criaturas se assemelhavam a dinossauros e foram encontradas em grupos de 20 a 30 peças.

Waldemar Julsrud lotou completamente sua mansão de doze cômodos com a coleção de mais de 33 500 peças. Havia ídolos, instrumentos musicais como flautas, curiosas máscaras, ferramentas e utensílios que indicavam conexões culturais com egípcios e sumerianos, assim como estatuetas esculpidas em barro em diversas cores e humanos de diferentes povos: asiáticos, africanos, caucasianos barbados, esquimós, mongóis, como também de criaturas monstruosas, misturas curiosas de humanos com animais, e muitas outras até hoje inexplicáveis criações.

Argumentos pela autenticidade

Posteriormente aspectos considerados erroneamente representados nas esculturas, como por exemplo os serrilhados das costas, mostraram-se corretos com a descoberta recentes de impressões fósseis da pele dos dinossauros, fato desconhecido na época das descobertas. Relatos de observadores da escavação indicam que havia crescimento de raízes antigas por entre as peças.

Evidências de fraude e realidades

As circunstâncias da “escavação” das figuras são motivo de suspeita. Julsrud afirma que pagou a camponeses por cada figura que lhe entregaram, pelo que é plausível, pode ser que estes fabricaram as estatuetas e as fizessem passar por relíquias autênticas.

Segundo Charles C. DiPeso, a superfície de algumas figuras evidenciava que eram de factura recente. Não mostravam as características habituais de elementos que teriam permanecido enterrados durante milhares de anos. Se realmente fossem relíquias autênticas estariam arranhadas e desgastadas como o restante dos artefatos encontrados nessa área do México.

Também é estranho o grande número de figuras recuperadas em tão bom estado e inclusive as que parecem gastas têm fraturas limpas, que se deduz serem recentes.

As pedras dos Dropas

Em 1938, uma expedição arqueológica liderada pelo Dr. Chi Pu Tei nas montanhas Baian-Kara-Ula da China, fez uma surpreendente descoberta em algumas cavernas que aparentemente foram ocupadas por alguma cultura antiga. Enterradas sob a poeira das eras, no chão da caverna haviam centenas de discos de pedras. Medindo aproximadamente 23cm de diâmetro, cada uma possui um círculo cortado no centro, e foi talhada com uma ranhura espiral, fazendo com que se pareça, com muita semelhança, a um antigo disco de vinil, de 10.000 à 12.000 anos de idade. As ranhuras espirais, como se constatou mais tarde, são na verdade compostas de pequeninos hieróglifos que contam a incrível história de espaçonaves de algum mundo distante, que aterrissaram nas montanhas. As naves eram pilotadas por pessoas que se auto-denominavam os “Dropas”, e os restos de seus descendentes, possivelmente, foram descobertos na caverna.

Crânios humanos com chifres

Descoberta: 1880

Sayre é um distrito localizado no condado de Bradford, Pensilvânia, há 59 quilômetros a noroeste de Scranton. O ano exato não está claro, mas durante a década de 1880 um grande túmulo foi descoberto em Sayre. Foi noticiado que um grupo de americanos descobriu vários crânios humanos e estranhos ossos. Os esqueletos pertenciam a homens anatomicamente normais, com exceção das projeções ósseas localizado a cerca de dois centímetros acima das sobrancelhas. Depreende-se que o crânio tinha chifres. Os ossos foram caracterizados como gigantes, pois eles representavam pessoas com mais de sete metros de altura. cientistas estimam que os corpos tenham sido enterrados por volta do ano 1200. A descoberta arqueológica foi feita por um grupo respeitável de antiquários, incluindo o Dr. GP Donehoo, do estado da Pensilvânia dignitário da Igreja Presbiteriana; AB Skinner, do Museu Americano de Instrução e WKMorehead, da Phillips Academy, Andover, Massachusetts.

Não era a primeira vez que gigantescos crânios com chifres foram desenterrados na América do Norte. Durante o século 19, crânios semelhantes foram descobertos perto de Wellsville, New York e em uma vila perto de mineração para El Paso, Texas. Em um momento da história humana, chifres eram usados como sinais de realeza. Alexandre, o Grande, era representado com chifres em algumas de suas moedas. Em “tempo de Moisés, os chifres eram um símbolo de autoridade e poder. Muitos deuses, incluindo o Senhor, foram descritos com chifres. De acordo com relatos históricos, os ossos foram alegadamente enviados para o American Museum na Filadélfia. Contudo, os artefatos foram roubados e nunca mais foram vistos. Aparente fotos dos crânios não existem, mas muitas pessoas afirmam a descoberta de ser um embuste. Muitos sites sugerem que os objetos são de origem extraterrestre.

Mapa do Criador

Descoberta: 1999

Uma descoberta teoricamente impossível foi realizada em 1999 por cientistas daUniversidade Estadual Bashkir, Rússia: uma placa de pedra branca que contêm evidências conclusivas da existência de uma antiga civilização altamente desenvolvida. Essa placa contem um mapa com detalhada e perfeita imagem em relevo somente possível de ser produzido com tecnologia atual. Esse mapa tridimensional de origem desconhecida nos mostra um sistema de canais com aproximada 12.000 km de extensão, barragens, enormes represas, fundações em formato de diamante de uso indefinido e múltiplas inscrições em forma de hieróglifos!

Pistas

“Quanto mais aprendo, quanto mais realizo mais compreendo que não conheço nada”, disse o professor da Universidade de Bashkir, Alexander Chuvyrov. Em 1995, ele e um estudante chinês pós-graduado, estudavam a hipótese de uma possível corrente migratória da China para o território da Sibéria e Ural. Numa expedição paraBashkiria, eles encontraram várias rochas com entalhes feitos numa antiga língua chinesa. Estes achados confirmaram a hipótese dessa corrente migratória chinesa. As subscrições lidas continham em sua maioria informações sobre trocas, pactos, casamentos e registros de óbitos.

Foi durante essas procuras que foram encontradas em arquivos do governador-geral de Ufa, notas datadas dos séculos 18 e inicio do 19, relatando a existência de aproximadamente 200 placas de pedras brancas “incomuns” localizadas próximo da Vila de Chandar, região de Nurimanov. Chuvyrov e seu colega chinês imediatamente concluíram que essas placas poderiam estar relacionadas com os migrantes chineses. Isso motivou os cientistas a realizarem expedições para localizar essas placas de pedras.
Pesquisando

Em 1998, depois de ter recebido autorização do governo e formado um time com seus estudantes, Chuvyrov início os trabalhos de pesquisas sobrevoando a região com helicópteros, começando por lugares onde as placas supostamente deveriam estar localizadas. Nas primeiras duas semanas nada foi encontrado. Desapontado, na ocasião, Chuvyrov disse: “…estou começando a pensar que essas placas são meras lendas”.

Encontrando

Na terceira semana Chuvyrov visitou Vladimir Krainov – ex-presidente do conselho local de agricultura da vila de Chandar, próximo da cidade de Ufa -, tido como um grande conhecedor da região. Na casa de Krainov, mesmo surpreso com a presença do pesquisador e arqueólogo russo, Schmidt, foi direto ao assunto e perguntou se sabia algo sobre algumas placas de pedras brancas. A resposta que obteve era a que menos esperava: “Não só sei como tenha uma dessas ‘estranhas’ placas aqui mesmo em meu quintal”. Seu primeiro pensamento foi de estarem brincando com ele. “Não levei isso muito a sério no primeiro momento, mas como suas fisionomias continuavam sérias, decidi ir ao quintal e acabar com aquela brincadeira” – recorda-se Chuvyrov. “Me lembro daquele dia claramente: 21 de Julho de 1999. Embaixo da varanda da casa do Vladimir estava uma das placas que tanto procurava!. A placa era tão pesada que três pessoas juntos não puderam movê-la. Fui então à cidade de Ufa pedir ajuda”.

Com a ajuda recebida de Ufa e de outros grupos de pesquisa que chegaram à pequena vila depois da notícia que Chuvyrov havia encontrado uma das placas, a pedra foi cuidadosamente retirada do local – usando-se um rolo de madeira revestido de plástico para não danificá-la – e transportada à universidade de Bashkiria para investigações e estudos. Essa placa de pedra recebeu o nome de “pedra de Dashka” – em honra à neta de Alexander Chuvyrov nascida um dia antes deste acontecimento.

Análises, estudos e pesquisas

Uma semana depois, com a equipe de cientistas ampliada e todos equipamentos no local, iniciaram os trabalhos. Após a primeira surpresa dos pesquisadores com o peso (987 Kg) e dimensões (148cm de comprimento, 106 de largura e 16 de espessura) a perplexidade dominou o ambiente quando, após a cuidadosa limpeza da pedra, um mapa em releve extremamente bem elaborado começou a aparecer! Os cientistas não podiam acreditar no que viam… “Á primeira vista, – disse Chuvyrov – compreendíamos que aquilo não era um simples pedaço de pedra, mas sim um mapa real. Não um simples mapa, mas um mapa tri-dimensional“…

Mas as surpresas não pararam por ai. A equipe, mais uma vez ampliada com o ingresso de especialistas russos e chineses nas áreas de cartografia, geologia, química e língua chinesa antiga, determinou com precisão que o mapa – em exata escala de 1:1x1km – dessa placa da pedra era da região de Ural, com os rios Belya, Ufimka e Sutolka. “Identificamos a altitude de Ufa – sendo o Canyon de Ufa o ponto chave de nossas provas – porque conduzimos estudos geológicos e encontramos o seu rastro onde ele estaria de acordo com o mapa antigo. O deslocamento do canyon aconteceu por causa das placas tectônicas que moveram-se do leste”. Em coletiva à imprensa Alexander Chuvyrov disse: “Vejam este ponto, aqui é o Canyon de Ufa – a fratura da crosta terrestre, estendida de cidade de Ufa até a cidade de Sterlitimak. No momento, o Rio Urshak corre pelo antigo canyon”.

Hieroglíficos silábicos

Inicialmente os cientistas trabalharam com a hipótese desse mapa ter alguma coisa a haver com o chinês antigo, por causa das inscrições verticais no próprio mapa – Tipo de escrita parecida era usada em chinês antiga antes do século 3. Para chegar esse suposição os chineses que participavam da equipe pesquisaram a questão e o próprio Chuvyrov visitou a Biblioteca Imperial Chinesa, mas nenhum deles descobriram escrita idêntica ou mesmo similar àquela encontrada na placa. Depois de encontrar seus colegas da Universidade de Hunan, Chuvyrov desistiu completamente da hipótese sobre “Os indícios chineses”. O cientista concluiu que aquela porcelana que cobria a placa jamais foi usada na China. Embora todos os esforços em decifrar as inscrições tenham sido infrutíferos, foi descoberto que a escrita continha caracteres hieroglíficos-silábicos. Chuvyrov, porém, acredita que pelo menos parte da escrita do mapa tenha sido decifrada: “a latitude e a longitude que coincidem precisamente com a da cidade de Ufa”.

Estruturas geológicas

As estruturas geológicas da placa consiste de três camadas: A base tem 14cm de espessura, feita de sólida dolomita. A segunda camada é a mais interessante – é “feito” de vidro de Diopsídio; a tecnologia para o seu manuseio é desconhecida pela ciência moderna! E a terceira camada tem 2mm de espessura e consiste de porcelana de cálcio protegendo o mapa contra danos!

Máquina de precisão

Deve ser observado – diz o professor – “que o relevo não foi feito manualmente por um escultor de pedra antigo. Isto simplesmente é impossível. O desenho dessa pedra foi ‘feito’ por uma máquina. Fotografias de raios-x mostram que mecanismos de alta precisão foram usados para trabalhar essa pedra”…

Obras gigante

Quanto mais se estudava a placa, mais mistérios apareciam: um gigante sistema de irrigação pode ser visto. Além dos rios, há dois sistemas de canais com 500 metros de largura, 12 represas, 300-500 metros de largura, aproximadamente 10km de distâncias por 3km de profundidade, cada. As represas aparentemente ajudavam transportar a água de uma lado ao outro. Segundo cálculos realizados nesse mesma universidade, para construir as obras vistas nesse mapa seriam necessário remover mais de 1 quatrilhão de metros cúbicos de terra! Fazendo uma comparação desse sistema de irrigação, os canais de Volga-Don mais parecem um risco no relevo de hoje. Segundo o professor Chuvyrov, mesmo hoje a humanidade pode construir apenas uma pequena parte do que esta desenhado no mapa!

Idade da placa

Foi difícil determinar uma data aproximada para a placa. Inicialmente foi analisada por radio carbônico e depois os níveis da placa foram escaneados com um cronômetro de urânio; apesar disso os investigadores mostraram diferentes resultados e a idade da placa permaneceu indefinida. No entanto, enquanto examinavam a pedra, duas conchas foram encontradas em sua superfície. A idade delas: Navicopsina munitus, da família Gyrodeidae, com 50 milhões de anos ; e, Ecculiomphalus princeps, da família Ecculiomphalinae, com 120 milhões de anos! A princípio estas datas foram aceitas como uma “versão de pesquisa”. Os cientistas supõem que a segunda é a data correta. O Dr. Cruvyrov diz que o mapa pode ter sido criado na tempo em que o pólo magnético da terra situava-se na área atual terra de Franz Josef, o que significa aproximadamente 120 milhões de anos atrás”.

Perguntado como teria sido possível nossos ancestrais construíem um mapa tridimensional, o professor Chuvyrov disse: “…não temos a mínima idéia, somente suposições. O que sabemos é que esse mapa está além da percepção da humanidade atual; precisamos de um longo tempo para se acostumar com isso. Nós nos acomodamos ao nosso milagre. Primeiro nós achamos que a pedra tinha 3.000 anos. Só que a idade foi aumentando gradualmente, até que nós identificamos as conchas cravadas na pedra. Quem desenhou esse mapa provavelmente usou essa padra com as conchas já encrustradas nela”.

Mapa de navegação aérea?

Qual poderia ser o objetivo do mapa? Esta é de certo uma das dúvidas mais interessante. Materiais do achado Bashkiria também fora analisados e estudados no Centro de Cartografia Histórica em Visconsin, USA. Os americanos ficaram perplexos com o achado. De acordo com essas análises e estudos um mapa tridimensional como esse (da pedra de Dashka) só poderia ter um objetivo:navegação aérea. E mais, só poderia ter sido construído via pesquisa aérea!

Somente agora, no início do século 21, é que Estados Unidos iniciaram a criação de um mapa mundial em três dimensões como esse descoberto na Rússia; e mesmo assim esse projeto só será concluído em 2010. A dificuldade maior é a necessidade de milhões de cálculos para fazer um mapa tridimensional. Mesmo usando dezenas de super computadores e milhares de imagens aéreas de alta precisão é um trabalho lento, cobrindo pequenas áreas de cada vez. “Tente mapear no mínimo uma montanha! – comenta Chuvyrov.

Qual origem desse mapa?

Perguntado ‘quem então criou esse mapa?’, o professor Chuvyrov, enquanto falava sobre cartografias desconhecidas, foi cuidadoso: “Eu não acredito em extraterrestres. Porque não chamar o autor do mapa simplesmente de ‘O criador’”.

Aparentemente quem viveu e construiu naquela época usou apenas meios de transporte aéreos: Não existe estradas no mapa. Há ainda a hipótese de que os autores desse mapa não viviam lá, apenas preparavam o lugar para uma futura colonização, drenagem água, construíndo barragens e fundações em forma de diamantes naquelas terras. Essa parece ser a mais provável versão; porém, nada pode ser declarado como definitivo por enquanto. Por que não assumir que os autores pertenciam à uma civilização que tenha existido antigamente?

As investigações desse mapa traz uma descoberta atrás da outra. Agora os cientistas têm certeza de que esse mapa é apenas um fragmento de um grande mapa da Terra. De acordo com algumas hipóteses, há um total de 348 fragmentos como esse. Os outros fragmentos podem estar provavelmente em algum lugar perto de lá. Nas margens de Chandar, cientistas da equipe do professor Chuvyrov colheram 400 amostras de solo e levantaram a hipótese do mapa inteiro ter existido no desfiladeiro da Montanha Sokolinaya – Montanha do Falcão.

Baseado na escala e área geográfica do mapa encontrado os cientistas formaram um mosaico nos mostrando os outros 347 espaços vazios que, junto com o único fragmento descoberto até agora, nos mostra um mapa mundi com aproximadamente 340 x 340m.

Informações “Reservadas”

Inicialmente o governo Russo divulgou informações sobre esse achado e resumos com resultados de muitas pesquisas realizadas na “Pedra de Dashka”, inclusive em quatro Congressos internacionais como o título “Mapa da Engenharia Civil de uma Civilização Desconhecida do Sul de Ural”. Porém, a partir de maio de 2001, informações antigas e especialmente as mais recentes referentes à resultantes das novas pesquisas, testes e estudos dessa placa de pedra foram classificadas como “reservadas”, e saíram do domínio público.

A  cunha da Romênia

A misteriosa cunha da Romênia é esta estranha peça da foto, que foi encontrada em 1974 numa das margens do rio Mures, a dois km de Aiud. O misterioso objeto foi descoberto numa escavação, enterrado a dez metros de profundidade, ao lado de dois ossos de mastodontes. O mastodonte é um mamífero de grandes dimensões, também chamado de mamute, extinto a pelo menos 10.000 anos.
Em termos de morfologia o estranho objeto se assemelha a cabeça de um martelo, mas sua função real nunca foi determinada. A descoberta teria sido levada para o Instituto Arqueológico de Cluj-Napoca para ser examinado. Foi lá que os arqueólogos confirmaram algo bastante estranho:  O objeto era feito de alumínio, recoberto com uma fina camada de óxido. A liga foi examinada e foram detectados 12 elementos diferentes.
A cunha, como o objeto passou a ser chamado por falta de um nome melhor, parecia ser fabricada por fundição, mas o problema é que não existia alumínio na Terra até em meados de 1800. O material não foi produzido industrialmente até 1885. Foi  Friedrich Wöhler que conseguiu isolar o alumínio, em 1827.
Apesar do alumínio ser um metal encontrado em abundância na crosta terrestre (8,1%) raramente é encontrado livre. Suas aplicações industriais são relativamente recentes, sendo produzido em escala industrial a partir do final do século XIX. Quando foi descoberto verificou-se que a sua separação das rochas que o continham era extremamente difícil. Como consequência, durante algum tempo, foi considerado um metal precioso, mais valioso que o ouro. O processo ordinário de obtenção do alumínio ocorre em duas etapas: a obtenção da alumina pelo processo Bayer e, posteriormente, a eletrólise do óxido para obter o alumínio.O processo de eletrólise necessário consome grandes quantidades de energia, o que explica o fato das fabricas de alumínio possuírem suas próprias estações hidroelétricas.
A elevada reatividade do alumínio impede extraí-lo da alumina mediante a redução, sendo necessário obtê-lo através da eletrólise do óxido, o que exige este composto no estado líquido. A alumina possui um ponto de fusão extremamente alto, na faixa dos 2000 °C, tornando inviável de forma econômica a extração do metal.

Como algo assim poderia estar na mesma camada geológica de ossos de mamute datados de 11.000 anos de idade?
Até o momento não foi possível estabelecer a origem da peça. Muitas pessoas sugeriram que esta poderia ser uma das melhores evidências da existência de civilizações alienígenas visitando o nosso planeta desde os mais remotos tempos.
A cunha foi levada para ser examinada num laboratório em Lausanne, na Suíça, e obteve o mesmo resultado na análise metalúrgica:
89% de alumínio, 6,2% de cobre, 2,84% de silício, 1,81% de Zinco, 0,41% de chumbo, 0,33% de estanho, 0,2% de zircônio, 0,11% de cádmio, 0,0024% de níquel, 0,0023% de cobalto, 0,0003% de bismuto, e um pequeno traço de gálio.
A análise da espessura da camada de óxido que recobre todo objeto de alumínio deu uma precisa referência de idade. De acordo com a camada de óxido, estabeleceu-se a idade do material em cerca de 300 anos, algo por si já insólito, pois a oxidação indica que o alumio descoberto na margem do rio é anterior a sua descoberta na Terra.
Várias pessoas se debruçaram sobre o misterioso objeto e um especialista da aeronáutica sugeriu que poderia se tratar de uma sapata de aterrissagem, pela forma bastante similar das sapatas usadas em veículos da ápoca, porém era bem menor. Não tardou a muitas pessoas começarem a construir hipóteses sobre a misteriosa cunha ser uma peça que teria se desprendido de um ufo.
Devido a limitada quantidade de informações acerca do estranho objeto, nunca foi possível a precisa determinação de sua origem. A misteriosa cunha de alumínio nunca foi exibida ao público.  Posteriormente as análises, o artefato foi doado para o Museu de História da cidade de Transilvânia, em Cluj. Em 1995 os editores da revista RUFOR, uma revista Romênia de estudos ufológicos visitaram a reserva técnica do museu e atestaram que o objeto se encontra lá.

O Decálogo de Los Lunas

O Decálogo de Los Lunas Decálogoé uma grande pedra no lado oculto da montanha, perto de Los Lunas, Novo México, há cerca de 35 quilômetros ao sul de Albuquerque. A pedra tem uma inscrição regular esculpida em uma tela plana. A inscrição é interpretada por alguns como uma versão condensada do Decálogo ou Dez Mandamentos em uma forma de paleo-hebraico. Um grupo de letras semelhantes ao tetragrama YHWH, ou “Yahweh”, faz quatro apresentações na pedra. A primeira menção do artefato é de 1933 quando o Professor Frank Hibben, um arqueólogo da Universidade do Novo México, supostamente a viu. Hibben foi conduzido à pedra por um guia anônimo que alega ter encontrado-o quando garoto na década de 1880. Se esta informação é exata, a falsificação seria improvável porque o script Paleo-Hebrew era desconhecido para os estudiosos em 1880.

Mapa de Piri Reis

Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois fragmentos de mapas foram encontrados. Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre heroi(para os turcos) e pirata(para os europeus), que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como preparou estes mapas.

ua obra já era conhecida há muito tempo, mas somente adquiriu importância após a descoberta de tais cartas, ou melhor, após as cartas e o livro terem sido confrontados e averiguados sua veracidade.

Descendente de uma tradicional família de marinheiros, suas façanhas contribuiram para manter alto no Mediterrâneo o prestígio da marinha turca. Em sua obra são descritas em detalhes as principais cidades daquele mar e apresenta ainda 215 mapas regionais muito interessantes. Afirma ainda em sua obra que: “a elaboração de uma carta demanda conhecimentos profundos e indiscutível qualificação”.

No prefácio de seu livro Bahrye, Piri Reis descreve como se baseou e preparou este tão polêmico mapa, na cidade de Galibolu, entre 9 de março e 7 de abril de 1513. Declara aí que para fazê-las estudou todas as cartas existentes de que tinha conhecimento, “algumas delas muito antigas e secretas”. Eram mais de 20, “inclusive velhos mapas orientais de que era, sem dúvida, o único conhecedor na Europa”.

Piri Reis era um erudito, e o conhecimento que tinha das línguas espanhola, italiana, grega e portuguesa, muito o auxiliou na confecção das cartas. Possuia inclusive um mapa desenhado pelo próprio Cristóvão Colombo, carta que conseguira através de um membro de sua equipe, que fora capturado por Kemal Reis, tio de Piri Reis.

Os mapas de Piri Reis são uma preciosidade ilustrados com imagens dos soberanos de Portugal, da Guiné e de Marrocos. Na África, um elefante e um avestruz; lhamas na América do Sul e também pumas. No oceano, ao longo dos litorais, desenhos de barcos. As legendas estão grafadas em turco. As montanhas, indicadas pela silhueta e o litoral e rios, por linhas espessas. As cores são as convencionalmente utilizadas: partes rochosas marcadas em preto, águas barrentas ou pouco profundas por vermelho.

A princípio não lhes foram atribuidas o devido valor. Em 1953, porém, um oficial da marinha turca enviou uma cópia ao engenheiro-chefe do Departamento de Hidrografia da Marinha Americana, que alertou por sua vez Arlington H. Mallery, um especialista em mapas antigos. Foi então quando o “caso” das cartas de Piri Reis veio a tona.

Mallery fez estudar as cartas por algumas das maiores autoridades mundiais do assunto, como o cartógrafo I. Walters e o especialista polar R. P. Linehan. Com a ajuda do explorador sueco Nordenskjold e de Charles Hapgood e seus auxiliares, chegaram a uma conclusão sobre o sistema de projeção empregado nos mapas que fora então confirmada por matemáticos: embora antigo, o sistema de Piri Reis era exato. Além disso, o mapa traz desenhadas, na parte da América Latina, algumas lhamas, animais desconhecidos na Europa, àquela época. Também as posições estão marcadas corretamente, quanto à sua longitude e latitude. O mais impressionante é que até o século 18, os navegadores corriam risco de que seus barcos batessem em litorais rochosos, pois lhes faltava algo. A capacidade de calcular a longitude. Para isso necessitavam de um relógio extremamente preciso. Somente em 1790 o primeiro relógio marinho preciso foi inventado e os navegadores puderam saber sua posição nos mares.

Comparado a outras cartas da época, o mapa de Piri Reis as supera em muito.

A análise das cartas de Piri Reis esbarrou em outra polêmica: se tudo ali aparece representado com notável exatidão, então como explicar as formas das regiões árticas e antárticas, diferentes das da nossa era? O resultado das pesquisas é incrível. As indicações cartográficas de Piri Reis mostram a conformação das regiões polares exatamente como estavam à mostra antes da última glaciação. E de maneira perfeita. Confrontando as indicações dos mapas com os levantamentos sísmicos realizados na região em 1954, tudo batia em perfeita concordância, exceto por um local, o qual Piri Reis indicava por duas baías e o mapa recente, terra firme. Realizados novos estudos, verificou-se que Piri Reis é que estava certo. O estudioso soviético L. D. Dolgutchin julga que as duas cartas foram elaboradas após a derradeira glaciação terrestre, com o auxílio de instrumentação avançada; o que nada nos esclarece.

Levando-se em conta a história como nos é contada e aos conhecimentos que temos em mãos, fica a pergunta: de onde vieram estes instrumentos e como existiriam tais instrumentos antes de Colombo?

A resposta deve estar nos “mapas antigos e secretos” que ele usou como orientação para suas cartas. Estudos mostram que a glaciação dos pólos ocorreu depois de uma época situada aproximadamente entre 10.000 anos atrás. Naquela época, o que havia de mais civilizado, segundo os historiadores clássicos, eram os Cro-Magnon da Europa. Além disso, Mallery chama atenção de que para elaborar um mapa como aquele, Piri Reis precisaria de toda uma equipe perfeitamente coordenada e de levantamento cartográfico aéreo. Mas quem teria, naquela época, aviões e serviços geográficos?

O mistério continua: de onde vieram estes mapas? Quem cartografou o globo com uma acuidade que mal podemos conseguir hoje?

Os gigantes da América do Norte

Nos poucos últimos séculos, estranhas descobertas arqueológicas foram feitas nas Américas. Parece que as pessoas estão escavando extremamente. Muitos relatos documentados destes resultados existem. Restos humanos gigantes representando pessoas entre sete e doze metros de estatura. Um esqueleto humano medindo 12 metros de altura foi descoberto em Lompock Rancho, California, em 1833 por soldados cavando um buraco. A amostra tem uma dupla fileira de dentes e estava cercado por vários machados de pedra,  conchas esculpidas e blocos de pórfiro com abstrusos símbolos associados a ele. Em 1856, um esqueleto humano em decomposição, medindo 10 pés 9 polegadas de altura foi descoberto por trabalhadores arando um vinhedo no que é hoje West Virginia. Um monte descoberto perto de Toledo, Ohio, em 1895 possuia 20 esqueletos, eles estavam sentados e em frente ao leste, com mandíbulas e dentes “duas vezes tão grandes quanto os das pessoas hoje.” Em 1928, um agricultor ao cavar uma cova para enterrar o lixo em Louisiana encontrou um com 9 pés e 11 polegadas de altura.

lista dessas descobertas é bastante extensa e muitas reivindicações foram feitas sobre a origem desses ossos gigantes, geralmente começando e terminando com Sasquatch. Outros têm sugerido uma antiga raça de humanos gigantes. Em 1947, um artigo estranho foi postada em Nevada , no jornal oficial, intitulado “Atlantis no Colorado River Desert”. O artigo discutiu uma incrível descoberta arqueológica de 32 cavernas dentro de um raio de 180 milhas quadradas. O relatório indicou que as cavernas foram descobertas perto da fronteira da Califórnia e Nevada. Os restos mortais de antigos, estranhamente fantasiados de 8 -9 gigantes estavam lá dentro. Tinham sido sepultado vestindo peles de animais desconhecidos, semelhantes a ovelhas em casacos com calças. O lugar do enterro já tinha sido citado 10-15 anos anteriormente por outro homem que supostamente fez um acordo com o Smithsonian. Reivindicações foram feitas que a prova de seu achado foi roubado e coberto por cientistas darwinistas para proteger a teoria da evolução.

As cavernas foram relatadas como descobertas pelo Dr. F Bruce Russell. Inicialmente, ele descreveu a descoberta como o lugar do enterro de uma hierarquia tribal. Ele sentiu que alguma catástrofe havia acontecido a esses seres. Todos os instrumentos da sua civilização estavam lá, incluindo utensílios domésticos e fogões. Bem preservados restos de dinossauros, tigres dente-de sabre, elefantes imperiais, e outros animais extintos foram encontrados.

MISTÉRIO DA PEDRA DE KENSINGTON

 

Será que os nórdicos, em 1362, 130 anos antes da descoberta da América por Cristovão Colombo, em 1492, estiveram em Kensington, no Minesota (EU) ?
Há mais de 100 anos que os estudiosos vêm tentando desvendar este mistério, realmente muito empolgante, digno de constar do Almanaque “Pridie Kalendas”.
No longínquo verão de 1898, um colono de origem norueguesa, Olof Ohman, ao extrair uma arvore no seu terreno, emaranhada na sua raiz, encontrava-se a laje da figura ao lado, de forma retangular, com as seguintes dimensões: 79 x 41 x 15 cm. Como podemos apreciar, na laje havia inscrições em caracteres rústicos, fazendo crer que fossem rúnicas, encerrando alguma mensagem especial para que os eventuais descobridores pudessem tomar conhecimento de fatos transcendentais.
A primeira versão das intrigantes inscrições foi destinada a um personagem de nome Paul Knutson, um cavaleiro norueguês, que supostamente teria chefiado uma expedição fracassada de soldados-missionários até às cabeceiras do Rio Vermelho, no Minesota, Estados Unidos.
Quase que por unanimidade, os chamados formadores de opinião, logo após o descobrimento, foram categóricos em rotular tal hipótese como fraudulenta.
Com o passar do tempo, estudos mais profundos, avalizados até pelo respeitabilíssimo Smithsonian Instituion, com a anuência de eruditos do porte do dr. Matthew W. Stirling, chefe do Bureau de Etnologia Americana, uma instituição oficial, atesta que a pedra de Kensington era “talvez o objeto arqueológico de maior importância até aquela data descoberto na América do Norte.”
Atualmente, no mundo científico especializado, tudo leva ao entendimento de que Colombo foi precedido, no Novo Mundo, por outros homens de raça branca, com grande probabilidade de terem sido centenas deles.
Com base em lendas muito antigas, provavelmente semeadas com alguns fatos reais, muito antes das concentrações escandinavas da Groenlândia, em fins do século X, chegaram os gauleses, irlandeses e os bretões. Todavia, embora fossem homens de grande valor, pelos trabalhos árduos que executavam, como por exemplo: agricultura, pesca, etc., eram totalmente iletrados, resultante duma época de pouco valor para as letras.
Partindo desse pressuposto, os fatos parecem refletir, no entender dos estudiosos, que realmente Paul Knutson foi o primeiro homem branco possuidor de conhecimentos mais intelectuais a pisar no continente norte-americano, juntamente com os seus comandados de expedição.
Contribuindo significativamente para consolidar de vez a espetacular descoberta, havia o fato do colono Olof Ohman ser um cidadão integro, acima de qualquer suspeita em conceber e perpetuar alguma fraude de tamanha envergadura; por sugestões de amigos e vizinhos, Ohman entregou a pedra a um respeitado antiquario da localidade. Este, por sua vez, a remeteu para a Universidade de Minesota, aonde, como fiel depositário, ficou sendo o eminente professor O.J.Breda, já naquela oportunidade, respeitado como sendo um dos maiores conhecedores em assuntos escandinavos.
Para surpresa geral, com relativa facilidade, o professor Breda decifrou grande parte dos dizeres inscritos na pedra, na sua maioria caracteres runas noruegueses, ou seja, faziam parte do primitivo alfabeto utilizados pelos povos germânicos; outros símbolos, porém, aparentemente nada significaram para o eminente professor.
Posteriormente, esses símbolos foram reconhecidos como sendo de números.
A tradução que o professor Breda conseguiu foi:
“(Nós somos) 8 godos [suecos] e 22 noruegueses em (uma) viagem de exploração de Vinland através do Oeste. Tínhamos acampado junto de (um lago com) doisskerries [ilhas rochosas] a um dia de jornada para o norte a partir desta pedra. Andamos (por fora) e pescamos um dia. Depois de voltarmos ao acampamento encontramos 10 (dos nossos), AV(e) M (aria) salvai (nos) do mal. Dez do (nosso grupo) (estão) perto do mar olhando por nossos navios [ou navio] a 14 dias de viagem desta ilha. Ano 1362.”
A conclusão do eminente pesquisador foi:
EMBUSTE COM TOTAL EVIDENCIA
Resumidamente, os argumentos foram:
A própria linguagem traía sua origem suspeita: mistura de norueguês, sueco, e do que parecia ser inglês antigo.
Nos tempos em que se usavam os caracteres rúnicos, os suecos e os noruegueses eram inimigos intransigentes, o que fazia crer ser um empreendimento inverossímil, uma expedição conjunta.
As três letras AVM eram latinas, e não rúnicas, com a agravante do alfabeto romano ter sido introduzido na Escandinávia no começo da chamada Idade Média.
Embora que a data de inscrição de 1362, tivesse sido negligenciada no parecer do professor, os caracteres que a representavam não pareciam ser da escrita rúnica primitiva, presumindo, até por lógica natural, que qualquer nórdico que tivesse chegado ao Minesota central, já por si só um grande feito, devia ter partido das colônias da Groenlândia, cuja fundação deve-se a Eric o Ruivo, em data incerta do século XII.
Enfim, como dizem “O seguro morreu de velho”, para um parecer mais amplo, a pedra foi enviada para a Universidade Northwestern, para um exame mais detalhado, por peritos em escrita rúnica.
Unânimes, os examinadores reiteraram amplamente o parecer anterior do professor Breda
Posteriormente, a pedra foi devolvida a Ohman que a enterrou com a inscrição voltada para baixo, em um terreno lamacento da sua propriedade, possibilitando assim, que a inscrição se conservasse.
Felizmente, existem pessoas que não acreditam, como dizemos: “Em bola perdida”; são questionadores, estudiosos, insistentes, por muitos classificados como chatos.
Provavelmente, não fosse o determinismo e o interesse de um eminente historiador noruego-americano, Hjalmar R. Holand, a pedra ainda estaria lá, no lamaçal; Ohman, desprovido de qualquer interesse, a não ser que atestassem de alguma maneira a autenticidade da pedra, presenteou a mesma.
Durante mais de trinta anos Holand reservou uma parcela considerável das suas, digamos, horas vagas, ao estudo minucioso da laje.
Apresentou-a para consulta a 23 universidades européias.
Os laudos, em seqüência progressiva, foram fortalecendo os indícios de que haveria uma perspectiva da real autenticidade da relíquia.
Em primeiro plano, descobriu-se o significado dos símbolos numéricos, e a determinação da data; os sinais rúnicos eram de origem mais antiga, e de uso corrente na Noruega.
O alfabeto latino fora introduzido no século XIV; e as suas letras, freqüentemente, se mesclavam com os antigos símbolos germânicos.
Essa constatação, com maior ênfase, explicava a aparente incongruência das letras latinas AVM, representativas de AV (e) M(aria).
Por ser um símbolo de fácil compreensão, favorecia também a inserção do mesmo na pedra, pois, em contrapartida, para gravar a mesma mensagem em caracteres rúnicos, teria sido preciso um espaço consideravelmente maior.
Outrossim, o argumento mais forte encontrado, foi a publicação, em certa revista dinamarquesa de arqueologia, de uma ordem descoberta quase por acaso na biblioteca real de Copenhague.
Magnus, “Rei da Noruega, Suécia e Skaane”, mandava que Paul Knutson, um dos homens mais eminentes de sua corte, recrutasse uma expedição destinada a socorrer uma colônia norueguesa que desaparecera da costa ocidental da Groenlândia. Esse documento foi traduzido e rezava assim:
The Orders of King Magnus to Paul Knutson
from the Royal Library of Copenhagen
King Magni letteer of command given to Powell Knutsson at Anarm to sail to Greenland.
Magnus, by the Grace of God, King of Norway, Sweden, and Skone, sends to all men who see or hear this letter good health and happiness in God.
We desire to make known to you that you are to take all the men who shall go in the knorr whether thy be named or not named, from my bodyguard or other men’s attendants or of other men whom you may induce to go withy your, and that Powell Knutsson, whi is to be commandant on the knorr, shall have full authority to name the men whom he thinks are best, both as officers and men. We ask that you accept this our command with a right good will for the cause, as we do it for the honor of God and for the sake of our soul and our predecessors, who have intorduced Christianity in Greenland and maintained it to this day, and we will not let it perish in our days. Let it be known that whoever breaks this our command shall feel our displeasure and pay us in full for the offense.
Executed in Bergen on the Monday after Simoni and Judae Day in the 36th year of our rule Herr Ormer Ostinsson, our Lord High Constable, set the seal.
Translation by William Thalbitzer “Two Runic Stones From Greenland and Minnesota”, Smithsonian Institution, publication 4021, Aug 30, 1951.
The date given in the order was Oct. 28, 1354.
Haveis de escolher os homens que devem acompanhar-vos no Knorr [ nome do mercante real]…entre os da minha guarda pessoal, e bem assim dentre os servidores de outros homens que acaso desejeis vos acompanhem na viagem…Nós vos rogamos acateis esta nossa ordem com a devida boa-vontade pela causa, tanto mais que o fazemos pela honra de Deus e pela salvação de nossa alma, e pela dos nossos predecessores que na Groenlândia estabeleceram o cristianismo, e até agora o mantiveram ali, e não seremos nós que o deixaremos perecer em nosso tempo…
Assinada em Bergen [Noruega], na segunda-feira depois do dia de Simão e Judá, no sexto e XXX ano de nosso reinado (1354).
Antes de darmos seqüência à reportagem em epígrafe, nós do Almanaque “Pridie Kalendas”, como buscadores da verdade, ainda mais quando ela está posicionada em datas, temos que esclarecer:
Em nossa opinião, os fatos parecem refletir que a data da expedição da ordem do Rei Magnus, para 28 de outubro de 1354, alegada por alguns articulistas, pode ter sido uma “armadilha”, senão vejamos:
Na liturgia católica, a comemoração dos santos Simão, Tadeu dá-se realmente em 28 de outubro, porém, considerando-se o calendário juliano de 1354, esse dia caiu em uma terça feira; todavia, há um agravante a ser considerado: consta ter sido assinado pelo Rei Magnus, tal documento, na segunda-feira após esse dia santificado, ou seja, 3 de novembro de 1354.
Constata-se pois, que esse documento era oito anos antes da data gravada na pedra; por analogia, nenhum impostor do século XIX poderia ter tido conhecimento desse documento real, e, convenhamos, oito anos (2.920 dias) era um intervalo de tempo mais do que suficiente para que Knutson navegasse de Bergen às cabeceiras do Rio Vermelho.
Consta dos anais que o Rei Magnus era um evangelizador fanático. Ele próprio havia comandado uma cruzada para tentar convencer a Rússia ao cristianismo pela espada.
Organizara na sua corte, escolhendo a dedo, os jovens de maior valor da nobreza norueguesa e sueca.; dentre esse seleto grupo estava Paul Knutson que recebeu ordem para recrutar pessoas para a sua expedição. Dessa seleção, faziam parte alguns homens da província de Gottland – por esse motivo, a referência aos godos (*) que figura na inscrição.
(*) Fonte Lello Universal:- Antigos povos da Germânia. Primitivamente acantonados naa foz do Vistula, ocuparam mais tarde o Sudoeste da Europa. Os Ostrogodos (Godos do Leste), encontravam-se no século III na Panóia e na Mésia; os Godos do Oeste ou Visigodos, tinham por chefe Alarico e invadiram o Império Romano em 410. Ataulfo, irmão e sucessor de Alarico, fundou a monarquia dos Visigodos na Gália meridional e na Espanha.
O Rei Magnus havia recebido más notícias da sua colônia nórdica de Vesterbygd, na Groenlândia, fundada quase 400 anos antes por Eric, o Ruivo; uma das conseqüências teria sido lares abandonados e o gado disperso pelos campos.
Tudo levava a crer que a colônia tivesse abandonado em massa os seus postos, provavelmente em função da agressão dos esquimós hostis. Uma das probabilidades era que esse povo tivesse bandeado para sudoeste, ou mais precisamente para Vinland, uma velha colônia viking de Leif o Venturoso, na costa da futura denominada Nova Inglaterra, próxima ao Cabo Cod, há muito tempo abandonada.
Fanático como era, o rei tinha o receio de que esses súditos fossem ficar isolados pela imensa região, perdendo as próprias almas; dessa forma, a expedição de Knutson, além de outros objetivos, tinha por finalidade a reconduzi-los ao que consideravam ser o bom caminho.
Baseado nos seus estudos, Holand procurou deduzir o que poderia realmente ter acontecido com a expedição de Paul Knutson:
Presumiu que Knutson tivesse aportado à costa da Nova Inglaterra, e ali, com os dados possuidos, começou a montar o quebra cabeças para encontrar os groenlandêses.
Sem quaisquer vestigios dos procurados, rumou para o norte e acabou entrando na baía de Hudson, sem quaisquer resultados positivos.
Continuando o périplo, provavelmente chegou ao estuário do Rio Nelson, e foi descendo para o sul até o lago Winnipeg, de onde, transpondo uma série de lagos, transpondo a pé os istmos que os separam, alcançou a regiõ do Rio Vermelho.
Na realidade, todo esse relato, é evidente, não passa de conjecturas do estudioso Holand, porém, se como é possível, a pedra de Kensington for genuina, provavelmente o explorador Knutson e os seus escolhidos, estiveram no Minesota em 1362.
As provas que conduziam a comunidade cientifica a ratificar a autenticidade da pedra, embora lentamente, ia tomando vulto substancial
Nos estudos mais minuciosos, principalmente aos arredores do terreno onde a pedra foi primariamente localizada, nas arvores vizinhas, choupos mais precisamente, em exames nos anéis dos troncos, constatou-se que pelo menos 40 anos de idade teriam sido necessárias para que atingissem o mesmo nível da arvore em que foi localizada a pedra, ou seja, por volta de 1898, época em que raríssimos homens brancos deveriam viver no Minesota, habitado por índios selvagens e naturalmente hostis.
Voltando as mensagens, lemos que alguns dos membros da arrojada jornada ficaram cuidando dos navios, junto ao mar,
“a 14 dias de viagem desta ilha”.
Constatou-se também que “um dia de viagem” era uma expressão corriqueira de mensuração do tempo, convencional para tais expedições, que atestava aproximadamente 120 quilômetros, uma distancia razoável que um navio à vela, com vento favorável, poderia transpor; e essa distancia, como atestam os registros, levam ao estuário do Rio Nelson.
A inscrição dizia ainda que a expedição se encontrava acampada em uma ilha de um lago, a 120 quilômetros de distância de um outro lago, onde existiam duas ilhotas de rocha, à margem do qual os seus companheiros de armas haviam sido massacrados.
Como foi constatado, Ohman localizou a pedra nas proximidades de um pântano, onde posteriormente transformou-se em terra seca; o estudo minucioso da região atesta que o terreno com uma ligeira inclinação local do posicionamento original da pedra, era provavelmente uma ilha por volta de 1362.
Durante estes últimos anos toda essa região se tem tornado substancialmente mais seca.
Se não bastasse tais argumentos, mais ou menos a 120 quilômetros de distância do palco dos acontecimentos preliminares, localiza-se o único lago da região com dois skerries, ou ilhas rochosas: é o lago Cormorant. Na sua margem acham-se grandes penedos do período glaciário, em três dos quais notam orifícios triangulares abertos pela mão do homem. Trata-se, mais uma vez, de um expediente muito comum nos fiordes da Noruega, durante o século XIV, para atracar navios. Junto de uma dessas rochas, encontrou-se um fuzil de pederneira norueguês, que data do século XIV.
E, ao longo do curso do Rio Nelson, têm-se encontrado igualmente vários instrumentos noruegueses.
Todos esses fatos parecem refletir qual teria sido a rota que Knutson, ao largar da baía de Hudson, seguiu para o sul.
Questionamentos transcendentais como: qual foi o fim dos sobreviventes que estavam na ilha ? perpetuam.
O mais exeqüível é que tenham sido todos massacrados.
Concluindo, no parecer dos arqueólogos do Smithsoniam Institution, nem um cientista que se preza, com nome a zelar, poderia dar uma aval de absoluta autenticidade na pedra do Kensington, mesmo com as contundentes exposições relatadas. Todavia, se algum falsário fraudou essa preciosidade, acrescentam os peritos, deve ter sido uma combinação de eruditos, com conhecimentos de arqueologia, geologia, lingüista e um hábil historiador, que na época transpôs a selva que na época era o então Minesota, sem deixar quaisquer vestígios.

O Sudário de Turim

O Sudário de Turim é um pano de linho com a imagem de um homem que parece ter sofrido um trauma físico de uma forma consistente como a crucificação de Jesus Cristo. A roupa é um retrato de corpo inteiro e mede 14 metros, três centímetros de comprimento por 3 metros de 7 polegadas de largura. O sudário é embrulhado em seda vermelha e tem sido mantido em uma caixa de prata, na Capela do Santo Sudário na catedral de São João Batista em Turim, na Itália desde 1578. As origens do artefato e sua imagem ter sido objetos de intenso debate entre cientistas, historiadores e pesquisadores. fiéis alegam que o Sudário é o pano que foi colocado sobre o corpo de Jesus Cristo no momento de seu sepultamento, e que a imagem do rosto é a Sagrada Face de Jesus. Detratores alegam que o material de pano da mortalha é posterior à crucificação de Jesus por mais de um milênio. Em 1988, a datação foi feita no sudário, em uma tentativa para determinar a autenticidade da relíquia. O teste indicou que o pano foi tecido entre 1260 e 1390 DC , muito mais tarde do que o tempo de Jesus.
Estes resultados foram contestados por revistas e muitos críticos levantaram questões sobre a natureza original da amostra utilizada no teste. A Igreja Católica não tem nem formalmente aprovado nem rejeitado o sudário, mas em 1958 o Papa Pio XII aprovou a imagem de associação com a devoção católica romana do Santo Rosto de Jesus. Em 28 de maio de 1898, o fotógrafo amador italiano Secondo Pia tirou a primeira fotografia do sudário e ficou espantado com o que descobriu. Os negativos deram a aparência de uma imagem positiva, que implica que o sudário é um negativo de algum tipo. Análise da imagem por cientistas do Jet Propulsion Laboratory descobriram que ao invés de ser como um negativo fotográfico, a imagem inesperadamente tem a propriedade de decodificação em uma imagem 3-D. Esta propriedade não pode ser replicada por pesquisadores. Uma teoria é que a imagem no sudário é simplesmente pintada. Ambos os céticos e defensores tendem a ter posições muito fortes na formação e descoberta do Sudário de Turim.  O Sudário de Turim continua sendo um dos artefatos mais misteriosos do mundo.

Adaptado de oddee.com

 

14 respostas para “Bizarros mistérios arqueológicos da história”

  1. Beto disse:

    Tem um outro mistério muito bom as ruínas de Puma Punku

    Da uma olhada nesse site: http://seteantigoshepta.blogspot.com/2010/10/puma-punku-ruinas-que-superam-as.html

  2. Caio disse:

    Essa pano de “Jesus”, segundo hipótese levantada por um documentário do Discovery, foi forjado por Leonardo DaVince, utilizando-se de uma técnica parecida com a fotografia e um pano bem mais antigo que ele.

    A imagem do rosto seria dele próprio.

  3. […] This post was mentioned on Twitter by raphael correa dias and Paulo Sérgio Sampaio, Ricardo Barth. Ricardo Barth said: http://armagedomoculto.com.br/os-mais-bizarros-misterios-arqueologicos-da-historia/ (ainda não li tudo, mas é bem interessante) […]

  4. leonardo disse:

    sensacional!!!

  5. Maikon disse:

    Os crânios com chifres me lembraram o coelho do Donnie Darko

  6. Matheus disse:

    Cara, sinceramente só comento nos blogs pra zoar do post ou dos comentários idiotas.
    Mas tenho que admitir que esse post foi irado mesmo.
    Parabéns.

  7. […] Bruno do blog Pqp Humor Top 5: Cidades mais perigosas do mundo  Companheiros Hipócritas Os mais Bizarros mistérios arqueológicos da história As melhores paródias de filmes do 'Os Simpsons' A vingança do cliente Se […]

  8. roberto disse:

    Post nota 10!
    faz a gente pensar e repensar! estes são alguns que ficamos sabendo!
    imagine quantos que não ficamos sabendo,é como diz o velho ditado:
    “ha mais misterios entre o ceu e a terra que nossa vã filosofia pode imaginar!

    • Matheus disse:

      Roberto, não é querendo “zuar”, mas isso não é um ditado, e sim um trecho de um dos livros de William Shakespeare (acho que o livro é Hamlet). “Há mais coisas entre o céu e a Terra, do que supõe nossa vã filosofia.”

  9. leticia disse:

    muuito fooda viiu, TUDO! ;DD

  10. Raullk disse:

    Parabéns. Post Fantástico!

  11. dethy castro disse:

    deo mostra as “falhas” ou distorções na composição do mapa do Google Earth que na minha opinião desde o primeiro vídeo, são um indicativo da presença de algo maior, elas possuem um padrão de deslocamento, pré-disposição para aparecerem em determinados lugares como: lagos, rios, fazendas, aparentemente buscando recursos, aproveitando-se dos contornos geométricos no solo para arquitetar seus trabalhos, em algumas situações, prevalecendo em grande parte, próximas a locais onde há bebedouros para gado, muitos desses bebedouros são bem simétricos, além de serem em alguns casos, marcações para evidenciar o que está mimetizado, como vemos na formação da Constelação de Orion, além disso a linha que compõe o Cinturão de Orion está na mesma posição e distancia se comparado com as Pirâmides de Giza, uma coordenada onde alinha todos grandes Monumentos Megalíticos, remetendo a várias analogias.
    https://www.youtube.com/watch?v=uJrDp9ntj6M

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