Achados arqueológicos surpreendentes

Achados arqueológicos surpreendentes

Achados arqueológicos,Desde o início da   civilização humana  na Terra, o homem procurado saber sobre sua própria história. A nossa necessidade de conectar-nos a nossos antepassados, através do estudo da antropologia e dos inúmeros locais importantes e artefatos descobertos através da arqueologia .

Porém muitas vezes alguns achados arqueológicos que supostamente nos explicariam o porque de muita coisa, nos deixam ainda mais intrigado, mais isso é um assunto para outro post, neste post analisaremos alguns artefatos ( não menos importantes ), e qual foi a importância de cada um deles para o mundo científico.

Confira alguns Achados arqueológicos surpreendentes, Espero que gostem.

Canos de centenas de anos, em cavernas chinesas:

Ninguém sabe realmente qual é a origem ou o significado que oculta a misteriosa pirâmide encontrada no cume do Monte Baigong na região da China Ocidental, que as lendas locais atribuem a uma plataforma ou base de lançamento de antigas civilizações extraterrestres. Uma equipe de nove cientistas deslocou-se até à zona ocidental da província de Qinghai para examinar a entrada desta estrutura de pouco mais de 60 metros de altura, conhecida como a “Relíquia dos Extraterrestres”.

Achados arqueológicos surpreendentes

Encostado na margem sul do lago salgado existe uma estrutura piramidal com aproximadamente 60 metros de altura, em frente da pirâmide encontram-se três cavernas com aberturas triangulares. A caverna no meio é a maior, com a sua entrada posicionada a uns 2 metros do chão. Esta caverna tem uma profundidade de aproximadamente 6 metros e lá dentro, no forro, se encontra um tubo de 40 centímetros de diâmetro que se projeta para fora da caverna. Outro tubo do mesmo diâmetro entra terra a dentro, ficando só com seu topo visível sobre o chão. Sobre a caverna existe também uma dúzia de tubos de diâmetros variados que penetram na montanha.

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Achados arqueológicos surpreendentes

Todos os tubos são de um vermelhos acastanhado, a mesma cor das pedras circunvizinhas. Uma dúzia de canos vai em direção ás montanhas; outros, de diferentes tamanhos e diâmetros, correm em direção ao lago de água salgada. As duas cavernas menores desmoronaram e ficaram inacessíveis. Espalhadas sobre as cavernas e nas margens do lago salgado podem ser encontradas, com facilidade muitas sucatas enferrujadas, tais como tubos de vários diâmetros e pedras estranhamente polidas. De acordo com Qin Jianwen, chefe de serviço de propaganda do governo de Delingha, as sucatas foram levadas a um especialista para análise. Souberam então que elas são compostas 30% de óxido férrico, 62% de dióxido de silicone e óxido de cálcio e 8% de material impossível de ser identificado. A grande quantidade de dióxido de silicone e óxido de cálcio é o resultado de uma longa interação entre ferro e arenito, o que significa que os tubos devem ter milhares de anos…
“Esses resultados tornam o lugar mais misterioso”, diz Qin Jianwe. O clima é desértico. Ninguém vive aqui, a não ser alguns pastores nômades ao norte das montanhas. O ar é puro; e o terreno é alto, perfeito para estudos astronômicos”,descreve Qin.
Achados arqueológicos surpreendentes
Dentro da cavidade existem dúzias de tubulações rodeando a entrada e o acesso com diâmetros compreendidos entre 10 e 40 centímetros. Estas estruturas indicam uma técnica de construção altamente avançada e completamente desconhecida na atualidade. A estrutura das tubulações é intrincada.
Para acrescentar evidências incômodas ao achado, na zona e na pirâmide foram encontradas diversas ooparts (é um termo cunhado pelo naturalista americano e cryptozoologista Ivan T. Sanderson para um objeto de interesse histórico, arqueológico, paleontológico ou encontrado em um contexto muito incomuns ou aparentemente impossível que poderia desafiar cronologia histórica convencional), como objetos metálicos inusuais e pedras talhadas com materiais que não pertencem à zona que aparece completamente desolada.

Tubo Metálico em Saint-Jean de Livet, França, superior a 65 milhões de anos de idade:
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Y. Druet e H. Salfati anunciaram em 1968 a descoberta de tubos metálicos semi-ovóides, de formatos idênticos, mas tamanhos diferentes, no calcário Cretáceo. O leito calcário, exposto numa escavação em Saint-Jean de Livet, na França, é avaliado como tendo pelo menos 65 milhões de anos de idade. Tendo considerado e eliminado várias hipóteses, Druet e Salfati concluíram que seres inteligentes viveram 65 milhões de anos atrás. Quem trouxe e deixou estes tubos metálicos na França mais de 65 milhões de anos antes do aparecimento do primeiro ser humano?

Impressão de Sapato no Xisto de Utah, 505 a 590 milhões de anos de idade:
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Em 1968, William J. Meister, desenhista e colecionador amador de trilobita, registrou a descoberta de uma impressão de sapato em Wheeler Shale, perto de Antelope Spring, Utah. Esta reentrância em forma de sapato e seu feitio foram revelados quando Meister abriu um bloco de argila xistosa. Claramente visíveis dentro da impressão, estavam os restos de trilobitas, artrópodes marinhos extintos. A argila xistosa portadora da impressão e dos fósseis de trilobita é do Período Cambriano, e deste modo, teria de 505 a 590 milhões de anos de idade. Meister descreveu a antiga impressão em forma de sapato num artigo publicado na Creation Research Society Quarterly: A impressão do calcanhar estava afundada na rocha cerca de um quarto de centímetro a mais do que a sola. A pegada era nitidamente aquela do pé direito, porque a sandália estava bem gasta do lado direito do calcanhar de forma característica. Nesta época da história do nosso planeta não havia planta ou vida animal em terra, mesmo os mais antigos tipos de peixes nadando nos oceanos não haviam evoluído. Deve ter sido uma paisagem estéril que este visitante do passado viu ao caminhar pela terra. Como ele chegou numa época tão distante do nosso passado?

Existem dezenas de descobertas deste tipo! Estas foram algumas das quais mais me impressionaram.
Desta forma, vemos que é absolutamente possível e palpável a teoria de termos sido visitados anteriormente por outras civilizações. Abrindo inclusive a idéia de não sermos a única e mais avançada civilização na história de nosso planeta. Existem muitas evidências que corroboram essas teses, mas que acabam por ser desacreditadas ou relegadas a segundo plano pela mídia. São provas, meu amigos! Provas reais, analisadas científicamente, catalogadas e expostas em museus ou centros de estudos! Me pergunto, por que essas evidências não mudaram drasticamente o pensamento de nossa sociedade? Por que não nortearam nossa história e mudaram nossa percepção de universo? Será que é por que muitos não as conhecem? Ou será por que muitos optam por defender o status quo de nossa sociedade e cegam-se propositalmente?

Achados arqueológicos questionam origem da civilização chinesa

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A descoberta de restos arqueológicos no vale do rio Yangtzé, que seriam pertencentes ao reino de Liangzhu (Neolítico), questionam a ideia de que a civilização chinesa tenha se formado nas planícies centrais do rio Amarelo e de que a Xia tenha sido a primeira dinastia.

Segundo o jornal China Daily, em 2007, arqueólogos chineses encontraram vestígios de um núcleo urbano que poderia ser a cidade perdida do reino de Lianghzu, que tem entre 4.000 e 5.300 anos de idade e que seria, portanto, anterior à dinastia Xia, de entre 2100 e 1600 a.C. atrás.

Os novos estudos são feitos pelo Instituto de Arqueologia da Academia Chinesa de Ciências Sociais e liderados por seu diretor, Wang Wei.

Segundo ele, agora estão sendo usados métodos mais empíricos, em vez de se basear no que textos antigos revelam.

Desde 2004, o instituto está tentado determinar a cronologia pré-histórica da civilização chinesa através de métodos multidisciplinares.

“Tínhamos aceitado que a cultura chinesa se originou na bacia do rio Amarelo, mas à medida que avançamos em nossos estudos descobrimos que a evolução de núcleos regionais também contribuiu no desenvolvimento da civilização chinesa”, explicou Wang.

Em 2001, foram achadas as ruínas da cidade de Jinsha, perto de Chengdu, capital da província de Sichuan, que se estima ter três mil anos de idade. O novo achado se encontra a mais de 1 mil quilômetros de distância da bacia do rio Amarelo.

Para o pesquisador Andrew Lawler, as descobertas recentes são uma oportunidade para questionar a origem da China, um assunto confuso e complicado nos círculos acadêmicos do país.

Embora o estudo ainda não esteja finalizado, parece que revelará que, ao contrário do que até agora se pensava, a cultura chinesa se formou através da união de diferentes culturas milenares.

Adaptado de : aborigine42,portaldoplaneta,larosadelosvientos

4 comentários a “Achados arqueológicos surpreendentes”

  1. […] explicar o inexplicável ? ( parte 2 ) caixa de pandora Ler Post Completo enigmas, […]

  2. José Calasans diz:

    A ciência oficial tenta dar explicações sobre nossa origem e a formação do planeta terra,porém,a todo momento surgem novos fatos que desafiam essas teorias.Até parece que estão tentando esconder a verdade,logo iremos descobri-la,pois o cerco está se fechando,e a verdade está la fora.

  3. Leonado Rogger diz:

    Que tal a teoria de no tempo, homens do futuro que voltaram tão longe no passado, ou que os fatos cientificos são apenas balelas de market, teorias descartadas pelos cientistas tomam cada veis mais espaço…

  4. Leonado Rogger diz:

    Viagem no tempo**

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