Engenheiros conseguem criar ouro elástico

Engenheiros conseguem criar ouro elastico

Engenheiros conseguem criar ouro elástico, Se você parar para pensar, smartphones ou outros tipos de eletrônicos elásticos seriam muito úteis — afinal de contas, você pode esticá-los conforme a sua necessidade, facilitando o seu trabalho ou até mesmo a sua diversão. No entanto, equipamentos como esse ainda não existem por conta de impossibilidades técnicas.

O maior problema para que esse tipo de gadget possam ser fabricados é o fato de que materiais elásticos não são condutores de eletricidade, de maneira que o aparelho não teria como funcionar. No entanto, engenheiros da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, criaram algo que pode mudar completamente esse cenário.

Engenheiros criam algo simples e surpreendente

O “produto” feito por esses estudiosos está sendo chamado simplesmente de ouro elástico. De acordo com o que foi explicado por Nicholas Kotov, um dos envolvidos no projeto, eles conseguiram combinar nanopartículas de ouro com um composto elástico de plástico, de maneira que as propriedades condutoras fossem mantidas.

Todo o estudo resultou em algo que lembra uma folha laminada dourada. Acontece que esse material de aparência simples pode se esticar e ficar até quatro vezes maior do que o seu tamanho original. Por conta disso, é muito provável que o ouro elástico seja utilizado para inúmeras finalidades e em diversos campos do conhecimento.

E isso pode ajudar o cérebro

A maior utilidade para o novo material criado está na tecnologia médica, com o objetivo de criar novos tipos de tratamento para doenças variadas no cérebro. Isso acontece pelo fato de que, quando ligado a uma fonte de energia, o ouro elástico é capaz levar quantidades reduzidas de eletricidade a pequenas áreas — ou seja, ele poderia “fechar” a comunicação entre os seus neurônios, por exemplo.

Além disso, o ouro elástico também poderia ser colocado no coração para auxiliar o trabalho de marca-passos ou aplicado na pele para monitorar alguns sinais vitais do paciente. Para que todas essas aplicações possam realmente acontecer, Kotov e a sua equipe já estão planejando testes em ratos.

Via Tecmundo

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