Máquinas voadoras mencionadas em livros milenares ?

Máquinas

Máquinas voadoras pré-históricas teriam sido mencionadas nos livros tibetanos Tantjua Kantjua , que chamam de “pérolas do céu”. Os livros acentuam expressamente que esse saber era secreto e não destinado ao público. No Samarangana Sutradhara há capítulos inteiros em que são decritas naves aéreas, de cujas extremidades emanavam, faiscando, fogo e mercúrio.

Alberto Tulli, ex-diretor da Divisão Egípcia do Museu do Vaticano, encontrou um fragmento da época de Tutmósis III, que viveu cerca de 1500 anos antes de Cristo. Nele está descrito que os escribas enxergaram, vinda do céu, uma bola de fogo, cujo alento era de mau cheiro. Tutmósis e seus soldados observaram esse espetáculo até que a bola afastou-se em direção ao sul, perdendo-se de vista.

 

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// ]]>Confira abaixo esse impressionante poema sobre as tais Máquinas.

Poem

Poema de Gilgamés

No fim do século passado foram descobertas, na colina de Kuyundjik, no Kazaquistão, doze placas de argila, escritas em acádico, que descrevem uma epopéia heróica: o Poema de Gilgamés

Gilgamés foi rei de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. O vitorioso herói seria dois terços deus e um terço homem e sua epopéia descreve episódios tão extraordinários que não poderiam ter sido inventados por nenhum ser inteligente da época nem por tradutores e copistas dos séculos subseqüentes.

O poema contém o relato exato do dilúvio, concorrente em “originalidade” com o da Bíblia: conta Utnapishtim ( ele e sua esposa foram os únicos mortais à quem os deuses teriam dado a “vida eterna” ) – que os deuses o advertiram da grande maré vindoura e lhe deram ordem para construir um barco, onde deveria recolher mulheres e crianças, seus parentes e artesãos de qualquer ramo de arte.

A descrição da tempestade, das trevas, das águas subindo e do desespero dos homens que ele não podia levar, é de uma força narrativa ainda hoje cativante.
Outra surpresa está na sétima placa: o primeiro relato de uma viagem cósmica, comunicado por Enkidu ( uma espécie de humanóide gigante, peludo e melhor amigo de Gilgamés ), que teria voado por quatro horas nas “garras de bronze de uma águia”

 

 … Texto de Gilgamés

“Ela me falou:
– Olha para baixo sobre a Terra!
– Que aspecto tem?
– Olha para o mar!
– Como te parece?
E a Terra era como uma montanha, e o mar como uma poça d’água.
E novamente voou ela mais alto e me falou:
– Olha para baixo sobre a Terra!
– Que aspecto tem?
– Olha sobre o mar!
– Como te parece?
E a Terra era como um jardim, e o mar como um córrego.
E voou além:
– Olha para baixo sobre a Terra!
– Que aspecto tem?
– Olha sobre o mar!
– Como te parece?
E a Terra parecia um mingau de farinha, e o mar era como uma barrica d’água”

( Esta mesma descrição foi dada pelos astronautas da Apollo 11…). É um relato correto demais para ser puro produto da imaginação! Quem poderia descrever esta visão em um tempo onde não tinha-se idéia de com seria o planeta “visto de cima”? Ainda na mesma placa está o relato de que uma porta falava com um vivo, não seria um auto-falante?…

Livros Tibetanos

Os livros tibetanos Tantjua Kantjua mencionam máquinas voadoras pré-históricas, que chamam de “pérolas do céu”. Os livros acentuam expressamente que esse saber era secreto e não destinado ao público.

 

No Samarangana Sutradhara há capítulos inteiros em que são decritas naves aéreas, de cujas extremidades emanavam, faiscando, fogo e mercúrio.

 

Deuses Sumerianos


Sabemos que todos os deuses sumerianos correspondiam a determinados astros. Marduk = Marte, o deus supremo, consta ter tido uma estátua em ouro puro, de oitocentos talentos de peso; isso correspondia, se acreditarmos em Heródoto, a uma imagem de 24.000Kg de ouro puro. Ninurta = Sírio era o juiz do Universo, pronunciava sentenças sobre os homens mortais. Há placas com inscrições cuneiformes dirigidas a Marte, Sírio e às Plêiades
Em hinos e orações dos sumérios estão mencionadas armas divinas que, em estilo e efeito, deveriam ter sido completamente absurdas para a época. Um canto de louvor a Marte narra que ele fazia chover fogo e aniquilava seus inimigos com um relâmpago reluzente.

 

De Inana está descrito como eleva-se para o céu: “… irradiando um terrível clarão que cega e destrói as casas do inimigo”.
Foram encontrados desenhos e até uma maquete de uma residência, assemelhando-se a um abrigo antiatômico pré-fabricado, redondo, tosco e com uma única abertura estranhamente emoldurada. Da mesma época, cerca de 3.000 anos antes de Cristo, os arqueólogos encontraram uma parelha com carro e cocheiro, além disso, dois esportistas lutadores, tudo com acabamento impecável e limpo.

Os sumérios, isso é comprovado, eram mestres de um artesanato perfeito. Por que modelaram um tosco “abrigo antiaéreo”, uma vez que outras escavações na Babilônia ou em Uruk trouxeram à luz do dia obras muito mais finas?

a de Gilgamés

No fim do século passado foram descobertas, na colina de Kuyundjik, no Kazaquistão, doze placas de argila, escritas em acádico, que descrevem uma epopéia heróica: o Poema de Gilgamés

Gilgamés foi rei de Uruk na Babilônia, hoje Iraque. O vitorioso herói seria dois terços deus e um terço homem e sua epopéia descreve episódios tão extraordinários que não poderiam ter sido inventados por nenhum ser inteligente da época nem por tradutores e copistas dos séculos subseqüentes.

O poema contém o relato exato do dilúvio, concorrente em “originalidade” com o da Bíblia: conta Utnapishtim ( ele e sua esposa foram os únicos mortais à quem os deuses teriam dado a “vida eterna” ) – que os deuses o advertiram da grande maré vindoura e lhe deram ordem para construir um barco, onde deveria recolher mulheres e crianças, seus parentes e artesãos de qualquer ramo de arte.

A descrição da tempestade, das trevas, das águas subindo e do desespero dos homens que ele não podia levar, é de uma força narrativa ainda hoje cativante.
Outra surpresa está na sétima placa: o primeiro relato de uma viagem cósmica, comunicado por Enkidu ( uma espécie de humanóide gigante, peludo e melhor amigo de Gilgamés ), que teria voado por quatro horas nas “garras de bronze de uma águia”

 

 … Texto de Gilgamés

“Ela me falou:
– Olha para baixo sobre a Terra!
– Que aspecto tem?
– Olha para o mar!
– Como te parece?
E a Terra era como uma montanha, e o mar como uma poça d’água.
E novamente voou ela mais alto e me falou:
– Olha para baixo sobre a Terra!
– Que aspecto tem?
– Olha sobre o mar!
– Como te parece?
E a Terra era como um jardim, e o mar como um córrego.
E voou além:
– Olha para baixo sobre a Terra!
– Que aspecto tem?
– Olha sobre o mar!
– Como te parece?
E a Terra parecia um mingau de farinha, e o mar era como uma barrica d’água”

( Esta mesma descrição foi dada pelos astronautas da Apollo 11…). É um relato correto demais para ser puro produto da imaginação! Quem poderia descrever esta visão em um tempo onde não tinha-se idéia de com seria o planeta “visto de cima”? Ainda na mesma placa está o relato de que uma porta falava com um vivo, não seria um auto-falante?…

Livros Tibetanos

Os livros tibetanos Tantjua Kantjua mencionam máquinas voadoras pré-históricas, que chamam de “pérolas do céu”. Os livros acentuam expressamente que esse saber era secreto e não destinado ao público.

 

No Samarangana Sutradhara há capítulos inteiros em que são decritas naves aéreas, de cujas extremidades emanavam, faiscando, fogo e mercúrio.

 

Deuses Sumerianos


Sabemos que todos os deuses sumerianos correspondiam a determinados astros. Marduk = Marte, o deus supremo, consta ter tido uma estátua em ouro puro, de oitocentos talentos de peso; isso correspondia, se acreditarmos em Heródoto, a uma imagem de 24.000Kg de ouro puro. Ninurta = Sírio era o juiz do Universo, pronunciava sentenças sobre os homens mortais. Há placas com inscrições cuneiformes dirigidas a Marte, Sírio e às Plêiades
Em hinos e orações dos sumérios estão mencionadas armas divinas que, em estilo e efeito, deveriam ter sido completamente absurdas para a época. Um canto de louvor a Marte narra que ele fazia chover fogo e aniquilava seus inimigos com um relâmpago reluzente.

 

De Inana está descrito como eleva-se para o céu: “… irradiando um terrível clarão que cega e destrói as casas do inimigo”.
Foram encontrados desenhos e até uma maquete de uma residência, assemelhando-se a um abrigo antiatômico pré-fabricado, redondo, tosco e com uma única abertura estranhamente emoldurada. Da mesma época, cerca de 3.000 anos antes de Cristo, os arqueólogos encontraram uma parelha com carro e cocheiro, além disso, dois esportistas lutadores, tudo com acabamento impecável e limpo.

Os sumérios, isso é comprovado, eram mestres de um artesanato perfeito. Por que modelaram um tosco “abrigo antiaéreo”, uma vez que outras escavações na Babilônia ou em Uruk trouxeram à luz do dia obras muito mais finas?

Adaptado de :ideariumperpetuofenomenum

7 comentários a “Máquinas voadoras mencionadas em livros milenares ?”

  1. José Calasans diz:

    Esses textos comprovam que no passado o homem já recebia visitantes com tecnologias que não eram daqui da terra.Tenho vontade de saber qual é a opinião das pessoas que acham que estamos sozinhos no espaço ao lerem e analisarem esses textos.

  2. Ariel diz:

    isso é muito fascinante, eu queria que falassem sobre isto nas escolas…nn1

  3. Ciro diz:

    Gilgamés? e o mesmo Gilgamesh? se for o que uma tabua de argila em acadiano estava fazendo no Kazaquistão? você não se equivocou com o Curdistão não?

  4. Jadson diz:

    Meteoros e cometas.

  5. Talles Costa diz:

    Pesquisem por zecharia sitchin no youtube, annunakis e Espaço Secreto 2.

    Qualquer coisa…

  6. […] sido mencionadas nos livros tibetanos Tantjua Kantjua , que chamam de “pérolas do céu”. Ler Post Completo enigmas, […]

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