Tecnologia Nazista sob o gelo da Antártida ?

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Tecnologia Nazista, Estranhos sinais podem indicar a presença de uma cidade nazista supostamente localizada a centenas de metro abaixo do gelo polar.

Na Antártida nem tudo o que parece, é…

 

Ao observar as vastidões brancas e azuis da Antártida envolta à ausência da ruidosa atividade humana, este continente bem que podia ser considerado como um outro planeta coexistido dentro da própria Terra.

 

A quietude eterna  estendida  em  planícies  e  montanhas de um aparente silêncio perturbador pode, em um primeiro plano, dar a impressão que se trata de uma terra morta, gelada e sem capacidade para manter a vida. No entanto, a realidade é bem contrastante.

 

O expedicionário brasileiro Amyr Klink, considerado um dos principais especialistas em navegação polar antártica de todo o mundo, revela em seus livros o quão vasta é a diversidade biológica das regiões geladas. O expedicionário relata um mundo de sonoridades exóticas produzidas pelos fenômenos naturais, como o vento tocando uma sinfonia nas cavidades de imensas geleiras e a beleza da luz solar refletindo em tipos diferentes de superfícies reluzentes.

 Afinal que tecnologia seria essa a qual supostamente os nazistas escondiam no gelo ?

Faz séculos a Antártida inspira expedicionários das mais diversas nacionalidades. Entretanto, somente no início do século 20 a “febre antártica” produziu uma linhagem de célebres aventureiros europeus ao continente gelado. Entre eles, Roald Amudsen, o primeiro homem a atingir o polo norte geográfico e Sir Robert Falcon Scott, empreendedor inglês que perdeu a vida vagando desorientado. Também se destaca Ernest Shackleton, cuja exploração acabou se tornando a maior operação de resgate de todos os tempos, quando 42 homens viveram por três anos e meio saltando entre placas de gelo, após o naufrágio de seu navio, o Endurance.

 

Todas estas expedições geraram livros e diários riquíssimos em detalhes e repletos de um tipo de bravura somente presente no sangue de legítimos expedicionários.  O  livro “A pior viagem do mundo”, escrito pelo cartógrafo inglês Apsley Cherry Garrard sobre a segunda expedição de Robert Scott à Antártida (na qual esteve presente), faz um relato extenso da difícil sobrevivência na região polar. De acordo com o autor, mesmo pagando um alto preço, explorar a Antártida foi sua maior experiência de vida, bem como de todos aqueles que por lá encenaram verdadeiras odisseias.

 

Estariam os nazistas interessados em gelo e desolação?

 

Diversas expedições militares e civis promovidas ao longo do século 20 contribuíram para a criação da aura de mistério ao redor das terras geladas do polo sul. Especulações vão desde a presença de uma cidade nazista subterrânea, até experimentos de viagem no tempo supostamente realizada por cientistas militares russos. Muitas destas histórias envolvem a presença de seres alienígenas que faz milênios operariam em silêncio debaixo do gelo e se utilizam de veículos como OVNIs (Objetos Voadores Não Identificados) e OSNIs (Objetos Subaquáticos Não Identificados) para explorar o mundo exterior.

 

O mito de que nazistas teriam descoberto entradas ocultas para um mundo quente e habitável, localizado a centenas de metros de profundidade da crosta antártica, intriga os pesquisadores, abrindo muitas portas para a imaginação dos teóricos de conspirações.

 

Durante a segunda guerra os nazistas ocuparam boa parte do sul da África, deslocando tropas e uma imensa quantidade de material bélico como submarinos u-boats armados com a mais avançada tecnologia militar alemã. O sul da África em termos marítimos significa o ponto mais próximo entre a “terra firme” e a Antártida e, para quem está na Europa, nada mais fácil e rápido.

 

O trânsito intenso de cientistas alemães de diversos segmentos, entre eles, zoologistas, biólogos, oceanógrafos, engenheiros, arqueólogos e um grande volume  de edificadores levantaram desconfianças de que algum grande esforço oculto poderia estar sendo realizado na Antártida. Daí, tamanha preocupação dos nazistas em manter sob poderosa vigilância, a faixa que separa estes continentes.

 

Em termos de nazismo hitlerista, sabemos que eles possuíam poderosas facções ocultas como a Sociedade Thule, a SS e a tal sociedade VRIL, todas elas ligadas ao estudo e prática do ocultismo e de todo o tipo de “ciência-paralela”.

 

Aquela fora uma época em que tabus religiosos e mitológicos incentivaram expedições curiosas como a liderada pelo paleontólogo Dr. Enerst Schafer, na qual, um grupo de oficiais passou anos no Tibet em busca das raízes ancestrais da raça ariana. Hitler acreditava que super seres humanos originados na Atlântida deslocaram-se para as montanhas do Himalaia e de lá se espalharam por partes da Europa e Índia. Com o tempo, teriam formado outros povos, entre estes, os alemães.

 

Para se ter uma noção da verdadeira importância da crença no ocultismo por parte dos nazistas, estes empreenderam caras e complexas expedições ao Oriente Médio e Europa em busca do chamado Santo Graal, o cálice sagrado. Eles também teriam estado no Egito em busca da Arca da Aliança e até na Amazônia, além de muitos recantos da América do Sul. Entre eles, a Argentina, o Chile e o Peru – em especial a Terra do Fogo na Patagônia e Punta Arenas no Chile, ambas devido à proximidade com o continente Antártico.

 

Informações da época dão conta que embarcações e aeronaves nazistas foram avistadas trafegando na área de Mar del Plata, algumas semanas após a queda do Terceiro Reich. Tais afirmações suscitaram o mito de que Hilter não teria se suicidado no Bunker de Berlin, como afirma a história tradicional, mas teria fugido para a Argentina num avião ou submarino u-boat.

 

Diversos documentários exibidos pelo canal The History Channel mostraram provas documentais que cientistas alemães desembarcaram na Argentina e receberam novos passaportes emitidos pelo governo Argentino. Este governo teria suposto interesse pela tecnologia bélica alemã, tanto que o primeiro avião a jato da América do Sul teria sido inteiramente projetado por engenheiros aeronáuticos de Hitler.  Alguns desses cientistas alemães teriam estado presentes no projeto dos supostos discos voadores alemães como o Vril e o Haunebu Flugkreisel.

 

Um prova inegável da presença de oficiais do Terceiro Reich na América do Sul foi a enorme quantidade de prisões – décadas depois – de carrascos nazistas na Argentina e até no Brasil.

 

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Rara imagem da expedição da SS no Tibet com o Dr. Ernest Schafer ao fundo.

 

Almirante americano Byrd relata cidades subterrâneas

 

O mito da existência de uma cidade subterrânea nazista na Antártida encontra muitos apoiadores com conhecimento da causa. Entre eles, estão respeitáveis militares condecorados, como o Almirante Richard Byrd, da Marinha dos EUA, cuja missão de exploração antártica gerou o mais impressionante relato já feito por um oficial de tamanha envergadura, acerca da possível presença de humanos e, inclusive, criaturas extraterrestres, no subterrâneo antártico.

 

Entre todos os exploradores antárticos, Byrd é considerado aquele que mais realizou descobertas e conquistas históricas na região. Esteve diversas vezes no continente gelado e, em uma de suas aventuras, passou o longo e escuro inverno polar voando em condições precárias, para identificar pontos do território gelado. Conseguiu fundar, em 1928, a base Little America, na Baía das Baleias. Passou pelas mais difíceis situações, enfrentando por anos seguidos, temperaturas de até -60ºC  e ventos capazes de congelar uma pessoa em poucos segundos.

 

Em 1930 retornou à Antártida no comando de uma expedição de 50 homens. Entre 1933 e 1934 realizou vários sobrevoos no continente, executando experimentos meteorológicos e geológicos, o que culminou na descoberta das montanhas Edsel Forde e na Terra de Marie Byrd.

 

Entre 1946 e 1947, Byrd liderou a expedição High Jump, composta por cinco mil homens, durante a qual descobriu e cartografou 1,39 milhão de km² do território antártico. Durante este evento, compôs um detalhado mapeamento do solo profundo, em busca de minerais estratégicos como o urânio e o tório, usando um enorme aparato composto por aeronaves, navios, tratores especiais as tecnologias mais avançadas para a época.

 

Em 1955, já castigado físico e psicologicamente por tantas aventuras em ambiente extremo, realizou a sua última expedição, a Deep Freeze, também na Antártica, quando voou pela última vez sobre o polo austral em 1956.

 

Um de seus feitos marcou definitivamente sua vida. Alegando estudar fenômenos meteorológicos, Byrd permaneceu cinco meses sozinho, acampado numa tenda localizada cerca de 198 quilômetros ao sul da base Little America. Ele atravessou sob duras penas, o longo inverno polar e sua experiência foi relatada em seu livro “Alone” (Sozinho). Na ocasião, disse ter chegado perto da loucura e ter passado por situações transcendentais.

 

Contudo, Byrd não era só um oficial em busca de cumprir missões governamentais, mas um homem de fibra, impetuoso, racional e disciplinado. Ele se interessava por  mistérios e era fascinado pelas lendas envolvendo civilizações antigas e vida extra e intraplanetária.

 

Se existe alguém que explorou a Antártida a fundo,  não só pela ótica científica, mas que buscou  desvendar mitos e mistérios, esse homem foi Richard Evelyn Byrd, um homem “quase de ferro”.

 

Segundo o relato de pessoas que o conheceram, Byrd nunca mais foi o mesmo após as experiências vivenciadas durante sua solitária  invernagem polar. As coisas que ele viu e ouviu, produziram profundas alterações psicológicas que afetaram seu comportamento irreversivelmente.

 

Boatos sobre a operação High Jump sugerem que, na realidade, esta operação visava destruir os alemães supostamente recolhidos no subterrâneo antártico. A operação teria sido um sucesso, após a detonação de uma bomba atômica no local em que se acreditava existir a famigerada colônia alemã.

 

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O Almirante Richard Byrd, da Marinha dos Estados Unidos.

 

Um mundo perdido no subterrâneo antártico

 

Segundo o mito, alguns oceanógrafos alemães do Terceiro Reich, após estudarem a calota de gelo da Antártida, concluíram que centenas de metros sob o gelo, poderiam existir grandes bolsões de ar ou de água, bem como galerias e cavernas naturais, as quais seriam existentes muito antes do continente ser coberto de gelo.

 

O mesmo pensamento persiste há séculos entre pescadores e navegadores da região da Islândia no polo norte, situada no oposto da Antártida. Segundo eles, muitas histórias narram sobre entradas para um mundo interno da Terra, onde civilizações desconhecidas e animais exóticos sobreviveriam em harmonia, alimentados pelo calor provindo de fontes geotérmicas do centro do planeta.

 

Através de prospecções realizadas sob grande profundidade na Antártida, os alemães teriam encontrado túneis e aberturas que permitam o acesso às regiões abaixo da camada de gelo, onde se localizavam as supostas galerias e lagos pré-históricos num habitat de clima moderado.

 

Ao tomarem conhecimento da possibilidade de sobrevivência humana nestas cavidades, os alemães passaram a deslocar equipamentos e pessoal para assim, edificar uma pequena comunidade de pesquisa.

 

Com o tempo, a comunidade cresceu e com o final da Segunda Guerra, os habitantes fecharam as portas de acesso para tais locais, ficando somente poucas aberturas, estrategicamente camufladas, em montanhas das diversas cordilheiras antárticas.

 

O mito vai além, pois, segundo alguns pesquisadores, os alemães ‘subantárticos’ teriam encontrado uma raça de seres alienígenas que por milênios já habitava as profundidades daquela região, os quais teriam como missão, o acompanhamento e análise do desenvolvimento da vida humana na Terra. Especulação ou realidade,  fato é que o próprio Almirante Byrd declara em bom tom, ter visitado estas comunidades subterrâneas da Antártida, como veremos a seguir.

 

O diário do Almirante Byrd
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No relato que veremos a seguir, divulgado por diversas fontes e atribuído ao suposto Byrd, afirma que uma raça intraterrena, mas de origem extraterrestre, teria transferido tecnologia para os alemães ‘subantárticos’, promovendo um enorme avanço e permitindo ampliar a noção que eles tinham do nosso mundo e de como a humanidade se desenvolveu na Terra.

 

“Escrevo este diário em absoluto segredo me referindo ao meu voo no Ártico do dia 19 de fevereiro de 1947, virá uma época onde a racionalidade do homem se dissolverá em nada e então deverá ser aceita a inevitabilidade da verdade. Eu não tenho a liberdade de divulgar este documento e talvez ele nunca chegue ao conhecimento de todos, mas, de qualquer forma devo fazer o meu dever de relatar com a esperança de que um dia todos possam viver em um mundo onde o egoísmo e a avareza de certos homens já não poderão esconder a verdade.

 

A bússola magnética, assim como a bússola giroscópica começaram a oscilar e girar, não conseguimos mais manter a rota e nos guiar tendo por base nossos instrumentos de navegação. Os controles estão lentos na resposta e no funcionamento, a princípio pensei ser sinais de congelamento, depois vi que estava equivocado e não existia motivos aparentes para tal acontecimento.

 

Passados 29 minutos de voo desde as primeiras montanhas avistadas, posso dizer que não se trata de uma alucinação, posso avistar uma pequena cadeia de montanhas da qual até então eu ainda não possuía conhecimento.

 

Depois das montanhas existe algo que parece ser um Vale com um pequeno rio ou riacho que corre até a parte central. Não deveria haver nenhum vale verde aqui, Existe algo decididamente estranho e anormal, deveríamos estar passando somente por gelo e neve. A minha esquerda existe um grande bosque junto aos montes e os nossos instrumentos continuam a girar.

 

Mudo minha altitude para 1400 pés e efetuo um giro completo a esquerda para examinar melhor o Vale que está abaixo. É verde e a luz aqui parece diferente, porém, não podemos ver o sol, dou outro giro a esquerda e posso ver um animal de grande porte que se parecia a um elefante, melhor dizendo, um Mamute, é incrível! Descemos até 1000 pés e com um prismático busco examinar melhor o animal de forma visual e posso confirmar que sim, se trata de um animal semelhante a um Mamute.

 

Mais à frente nós encontramos outros bosques verdes, o indicador de temperatura exterior nos mostra -24 C e agora seguimos em nossa rota porque os instrumentos já parecem normais, fiquei mais uma vez surpreso, tentei contatar a Base, mas o rádio não funcionou.

 

Quando a paisagem parecia nivelada e normal diante de nós, avistamos o que parecia uma cidade e ficamos perplexos, isso seria impossível! O avião parece estar mais ligeiro e estranhamente flutuante, os controles já não respondem mais.

 

Volto a dizer que não alucino, existem estranhas aeronaves sobrevoando ao nosso lado e quando se aproximam algo irradia delas. Estão muito próximos e aproveito para ver suas insígnias, sem sucesso, posso comprovar que se trata de um símbolo estranho, uma suástica nazista, mas não se trata de um exercito ou civilização conhecida. Onde estamos? O que aconteceu?”.

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Imagens de satélite do Google Earth mostram o que seriam entradas em montanhas distintas na Antártida,

elas se localizam sob as coordenadas  66 33? 11.58?s  e  99 50? 17.86?. A cavidade da primeira imagem possui

122 metros de largura por 55 de altura, permitindo a passagem de um helicóptero ou outra aeronave.

 

Discos voadores nazistas

 

Segundo Byrd, as estranhas aeronaves assemelhavam-se com o suposto disco voador “alemão”, chamado Haunebul, que teria sido concebido por engenheiros de Hitler alguns anos antes da Segunda Guerra e possuíam grande diferenciação de voo, se comparados às aeronaves convencionais.

 

Ele prossegue seu relato, “Tento controlar nossa aeronave, mas meus esforços são em vão, ela parece se manter sozinha como se acompanhasse esses estranhos aparatos voadores que nos acompanham.

 

Nosso rádio começou a funcionar de surpresa e para nosso espanto nos chegou uma mensagem em inglês que parece possuir um acento Nórdico.

 

A mensagem é essa: ‘Bem vindos ao nosso território, Almirante, o faremos pousar exatamente dentro de sete minutos podem relaxar porque todos vocês estão em boas mãos’. Os motores do nosso avião foram desligados, mesmo assim continuamos a seguir uma rota inteligente e o avião parece estar sob controle de algo. Recebemos outra mensagem de radio: ‘Estamos iniciando a manobra de pouso, em breve o avião começará ligeiramente a tremer começando a descer como se estivesse suspenso por um enorme invisível elevador’.

 

Alguns homens estão se aproximando do avião, eles são altos e possuem cabelos loiros. Ao longe existe uma cidade com cores muito vibrantes. Não sei o que aconteceu, mas, não vejo armas nas mãos destes que se aproximam, agora escuto uma voz que me ordena pelo nome que eu abra a porta.

 

Deste ponto em diante escreverei os acontecimentos que seguem, buscando-os na memória, isto tudo pareceria uma loucura se de fato eu não estivesse vivendo.

 

Eu e meu companheiro saímos do avião e fomos acolhidos cordialmente. Logo embarcamos sobre um pequeno meio de transporte semelhante a uma plataforma, o único detalhe é que não havia rodas. Eles nos conduziram até a cidade da qual mencionei antes. Enquanto nos aproximávamos, a cidade parecia ser feita de cristal, em pouco tempo alcançamos o que para nós chamaríamos de edifício, ele era diferente de qualquer outro que eu já havia visto.

 

Me foi oferecido um tipo de bebida quente da qual eu nunca havia tomado e era muito saborosa. Depois de uns 10 minutos dois deles vieram até nosso alojamento e nos convidaram cordialmente a segui-los, logicamente, não havia alternativa e o fizemos. Caminhamos até entrar no que parecia um elevador e descemos, por alguns instantes, ele parou e a porta subiu. Seguimos por um largo corredor iluminado por uma luz rosa que parecia emanar das paredes. Um dos seres nos fez sinal para pararmos diante de uma das portas. Acima da mesma havia uma inscrição que eu não consegui compreender, a porta deslizou sem ruídos e fui convidado a entrar.

 

Um dos anfitriões disse: ‘Não tenha medo Almirante, irá conversar com o professor’.

 

Meus pensamentos foram interrompidos por uma voz cálida e melodiosa: Te dou as boas vindas ao nosso território, Almirante.

 

Vi um homem com feições delicadas e os sinais da idade caiam sobre seu rosto. Estava sentado em uma grande mesa e me convidou a sentar. Após eu ter me sentado ele uniu as pontas dos dedos e sorriu, falou de forma Cordial: ‘Te deixamos entrar aqui porque o senhor é de caráter nobre e bem conhecido no mundo da superfície Almirante’. Quando ele disse mundo da superfície quase desmaiei.

 

‘Sim – disse o Professor com um sorriso -, o senhor se encontra no território dos Arianos, o mundo submergido da terra. Não atrasaremos muito a sua missão e serão acompanhados novamente até à superfície sem perigo, como já foi dito, o senhor esta em boas mãos’.

 

‘Agora, Almirante, lhe direi o motivo de sua convocação aqui em nosso mundo. Os nossos interesses começaram logo após a explosão da primeira bomba atômica por parte da vossa raça sobre Hiroshima e Nagashaki no Japão. Esse momento foi inquietante quando mandamos para o mundo de vocês nossos meios voadores: Os Flugelrads para investigar sobre o que vocês haviam feito. Logicamente isso é historia e já se passou’.

 

‘Almirante, permita-me seguir. Veja, nós, nunca antes de agora havíamos interferido nas guerras e na barbaridade humana, mas, agora devemos fazê-lo até que saibam manipular este tipo de energia atômica. Nossos mensageiros entregaram mensagens a todas as potências do vosso mundo e nenhuma delas nos atendeu. Agora você foi escolhido para ser testemunha de que o nosso mundo existe, Almirante. Veja nossa cultura e ciência, que estão milhões de anos a frente da de vocês, Almirante’.

 

Eu o interrompi por um momento: ‘Mas o que isto tem a ver comigo, senhor?’. Os olhos do professor pareciam penetrar de forma profunda em minha mente e depois de ter me estudado por um momento ele respondeu: ‘Vossa raça alcançou um ponto de não retorno, porque existem alguns entre vocês que destruíram todo o vosso planeta antes de renunciar ao poder’.

 

Permiti e o professor continuou: ‘Desde 1945 estamos tentando entrar em contato com vossa raça, mas, nossos esforços têm sido acolhidos com demasiada hostilidade, vocês atiraram em nossas aeronaves, nossas aeronaves foram perseguidas com maldade pelos seus aviões e combate. Agora existe uma grande tempestade no horizonte para o mundo de vocês, um véu negro que se estenderá por diversos anos. Não haverá defesa em suas armas e tão pouca segurança na vossa ciência, cada flor do mundo de vocês será pisoteada e todo o planeta entrará em um caos. As recentes guerras não são nada do que está por vir à vossa raça, nós, aqui, podemos vê-lo mais claro a cada hora. O senhor acredita que estou equivocado?’.

 

Eu não respondi, já havia acontecido uma vez no passado. ‘Chegarão anos escuros e durarão 500 anos’.

 

‘Sim meu filho’ – replicou o “Professor”. ‘Os anos escuros que chegarão à vossa raça cobrirão a terra como um véu mortal, mas nós acreditamos que muitos de vocês sobreviverão à tempestade, mas, não sei mais que isso. Nós vemos um futuro emergir novamente na ruína de vossa raça, um mundo novo em busca de seus lendários tesouros perdidos e estes estarão aqui, meu filho, seguros em nosso poder. Quando chegar o momento, ajudaremos à vossa raça a sobreviver, quem sabe assim, o seu povo aprenderá a inutilidade das guerras e batalhas que tanto assolam o lindo planeta de vocês? Neste momento, uma parte da vossa cultura e ciência será reconstruída para que vocês possam recomeçar. Você deve voltar à superfície com essa mensagem’.

 

Com essas palavras, o nosso encontro parecia ter chegado ao fim, tudo parecia um sonho para mim, mas eu precisava ter em mente que aquilo era real e em momento algum, eu me alucinara. Novamente os anfitriões pediram para que eu os seguisse.

 

Girei uma vez antes de sair para ver o chamado “Professor” e um doce sorriso discreto estava no rosto do ancião. Ele me disse: ‘Adeus, meu filho’ e me fez um sinal com suas mãos, num gesto de paz e nosso encontro havia chegado ao fim. Saímos rapidamente e entramos novamente no elevador, fomos silenciosamente até à superfície.

 

Um dos anfitriões nos disse: Agora devem voltar com essa mensagem, não se esqueçam.

 

Eu não disse nada, estava atônito, alcançamos nosso avião os motores estavam ligados e embarcamos, quando a porta se fechou fomos deslocados a uma velocidade muito alta até uma altura de 2.700 pés, acredito que seja a mesma força que nos auxiliou no pouso da aeronave. Depois, duas aeronaves deles nos conduziram a uma velocidade muito alta, mas os nossos indicadores não marcavam nada, e logo mandaram uma mensagem que dizia: ‘Agora os deixaremos, seus controles estão livres, Wiedersehen!’.

 

Olhamos por alguns instantes aquelas máquinas voadoras que logo sumiram no horizonte. Estávamos silenciosos e pensativos naquele acontecimento insólito e mergulhamos em silêncio em nossos próprios pensamentos. Sobrevoamos novamente extensões de gelo e neve a uns 27 minutos da Base, enviamos uma mensagem de rádio e nos responderam. Estávamos com condições normais e a Base ficou aliviada porque estabelecemos novamente contato. Pousei suavemente na Base, eu sabia que tinha uma missão a cumprir.

 

Era 11 de março de 1947. Tive apenas uma reunião e encontro com o Estado Maior do Pentágono, relatei inteiramente o descobrimento e a mensagem do “Professor”. Tudo foi devidamente registrado. Fiquei durante algumas horas em observação exatamente por 6h39, fui cuidadosamente interrogado pela força de segurança máxima e por uma equipe médica que, a todo instante, me avaliava rigorosamente. Foi um tormento. Fiquei sendo controlado por todos os vastos meios de segurança Nacional dos Estados Unidos da América. Sempre me diziam que eu era um militar e devia obedecer às ordens.

 

Último Relatório: 30 de dezembro de 1956. Nesses últimos anos passados desde 1947 até hoje não foram bons. Coloco aqui minhas últimas anotações e posso afirmar que mantive o secreto desses acontecimentos durante todos esses anos. Fiz isso contra o meu próprio princípio de integridade, mas, agora sinto aproximar-se a grande noite e esse secreto não morrerá comigo, quero que a verdade triunfe.

 

Essa é a única esperança para a raça humana, eu vi a verdade e essa revigorizou o meu espírito dando-me a liberdade! Fiz o meu dever com relação ao monstruoso complexo industrial militar. A noite se aproxima, mas, haverá um epílogo. Como a longa noite no Antártico termina, assim, o sol brilhante da verdade surgirá de novo e aqueles que pertencem às trevas perecerão a sua luz. Eu vi aquelas terras depois do polo, aquele enorme lugar desconhecido”.

 

E assim termina o aterrador relato do Almirante Byrd.

 

Como podemos ver, no início do relato do almirante, ele passa por uma espécie de desorientação no tempo-espaço, enquanto os instrumentos da aeronave apresentavam um comportamento anômalo. Situação essa, também relatada por muitos pilotos que passaram por experiências de lapso de tempo em locais como o Triângulo das Bermudas, na América Central e o Triângulo do Dragão, próximo ao Japão.

 

Seria tudo isso, delírios insanos do alegado autor? Ou meras lendas das conspirações amplificadas pelas teias sensacionalistas da internet?

 

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Concepção artística do que seriam as aeronaves dos dos alemães ‘subantárticos’ de Byrd.

 

O mapa misterioso de Orontius Finaeus

 

Outros pesquisadores também se aventuraram no terreno dos mistérios polares. Um deles foi o cartógrafo francês Orontius Finaeus, do século 16.

 

Nascido na França em 1494, filho e neto de físicos e matemáticos, Finaeus  recebeu a melhor educação formal existente na época, através da qual se formou em medicina e matemática. Orontius Finaeus também se interessava pela Alquimia, lia obras herméticas e se relacionava com sábios da época, tanto que foi preso e acusado de heresia por estudar a Kabala judaica.

 

Finaeus especializou-se também em astronomia e geografia vindo a escrever tratados que até hoje são usados como base para a navegação e para a matemática cartográfica. Foi responsável pela criação do primeiro mapa mundi,  no qual, os hemisférios longitudinais da Terra eram conectados em forma de coração, permitindo uma visão muito mais realista e precisa do que os rudimentares mapas planos e lineares, até então usados.

 

Cinco séculos depois de sua morte, na década de 1960, o historiador norte-americano Charles Hapgood encontrou um raro mapa desenhado por Finaeus mostrando  o continente antártico através de detalhes jamais imaginados na época. A obra revelava uma Antártida desconhecida sob o gelo, numa perfeição incrível, muito antes de ela ter sido descoberta no final do século 18.

 

O mapa de Finaeus mostrava uma Antártida repleta de rios e lagos, com depressões e montanhas. O mapa mostrava também detalhes geográficos que somente hoje, com a prospecção via satélite de grande profundidade pode-se obter.

 

A lógica por trás dos fatos nos faz pensar que Finaeus só poderia obter tamanha precisão no seu mapa utilizando o atual sistema de fotogrametria aérea, ou seja, o levantamento feito com desenhos e fotografias tiradas do espaço em grandes altitudes, ou por tecnologia de satélites espaciais.

 

Se Finaeus recebeu essa informação de alguém ou reproduziu um desenho feito por outra pessoa, decerto essa pessoa era alguém que conhecia muito as profundezas do continente gelado, ou quem sabe, teria habitado lá para ter tempo suficiente de realizar tamanho mapeamento.

 

O mapa de Finaeus há anos tem sido submetido a análises feitas por especialistas da Marinha dos EUA que, intrigados, não conseguem emitir uma parecer conclusivo sobre como ele teria sido produzido em sua época.

 

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O Mapa de Finaeus dá ênfase aos polos, Norte (às esquerda) e Sul (à direita).

 

O lago Vostok intriga a todos

 

Afora os intrigantes mistérios envolvendo UFOs, fato é que a Antártida guarda outros mistérios. Recentemente, estudos aprofundados sobre a geografia do subterrâneo antártico mostraram que um novo mundo de galerias, rios e lagos realmente existe e pode conter formas de vida primitivas, que ficaram por lá aprisionadas após o congelamento da superfície antártica, ocorrido a cerca de 15 milhões de anos.

 

Segundo cientistas da atualidade, o lago Vostok é a Arca da Aliança da arqueologia e da geologia, pois seus segredos “lacrados” sob quatro quilômetros de gelo podem responder perguntas sobre a evolução das espécies e a forma que entendemos o mundo.

 

Para aumentar a curiosidade, mesmo estando sob uma grossa camada de gelo, análises revelaram que o lago Vostok possui uma anomalia magnética, bem como, possui água líquida. Isso sugere que sua temperatura seja muito mais quente que aquela encontrada na superfície congelada da Antártida, permitindo assim que a água se mantenha líquida e, provavelmente, hospede diversos tipos de organismos vivos, possivelmente, até então, desconhecidos em nosso ambiente.

 

Não só a possibilidade de vida nova entusiasma os cientistas, o que realmente causa alvoroço é considerar a hipótese que estas formas de vida primitiva, isoladas faz 15 milhões de anos podem ter evoluído e gerado novas formas de vida totalmente desconhecidas para nós, inaugurando assim, uma nova era da biologia moderna.

 

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Imagem do lago Vostok, por radar de visão subterrânea.

 

A Nasa demonstrou grande interesse em novas pesquisas no local, pois acredita que supostos microorganismos encontrados na região podem ter adotado padrões de desenvolvimento semelhantes à formas de vidas possivelmente existentes em ambientes hostis de outros planetas.

 

Pesquisas realizadas através de sondagem revelaram fragmentos de vida microscópica na água do lago Vostok, porém, pesquisadores russos não acreditam em tal possibilidade, dizendo que as formas encontradas são resultantes de contaminação dos próprios pesquisadores. De acordo com eles, a água do lago possui um coeficiente oxidante muito alto, inviabilizando o desenvolvimento de vida, fato que gera discórdia na comunidade científica, já que outros lagos da Antártida, com teor oxidante ainda maior, abrigam muitas formas de microrganismos.

 

Segundo uma fonte militar russa que esteve presente nas pesquisas geológicas do lago Vostok, durante um experimento combinando análises de radares e sonares, foram detectadas no subsolo, curiosas vibrações sonoras de forma rítmica e cadenciada que ora silenciavam e depois retornavam.

 

Análises da curva tonal das frequências captadas feitas por especialistas em interpretação de “assinaturas sonoras” usadas para identificar navios e aeronaves, concluíram que tais sons só poderiam ser produzidos pela ação de máquinas e conjuntos mecânicos.

 

Seriam estes sons e a anomalia magnética provenientes de aparatos eletromecânicos construídos pelos alemães ‘sub-antárticos’? Talvez nunca saibamos, mas é interessante considerar que, recentemente, um grupo de mineiros chilenos sobreviveu por quase três meses sob 700 metros de profundidade, em condições teoricamente impossíveis de se manter a vida humana.

 

Fato, ficção ou alucinações provocadas pelo estresse antártico? Verdade é que muitos mistérios se escondem na solitária paisagem gelada e, quem sabe o tempo, aliado à tecnologia dos anos vindouros nos ajudem a desvendá-los. Enquanto isso, fica um convite à cada um para usar a imaginação, o bom senso e adotar a postura que melhor lhe convier sobre este fascinante assunto.

Adaptado de : UFOVIA. , Via Fanzine.

5 comentários a “Tecnologia Nazista sob o gelo da Antártida ?”

  1. […] Nazistas sobre o gelo da Antártida ? caixa de pandora Ler Post Completo conspirações, […]

  2. revolucao ja diz:

    vejam ranniery moraes.no google

  3. sidineizancanaro diz:

    tem que pesquisar, depois as respostas aparecem………………….

  4. marcos antonio ruiz diz:

    tenho ser teza que e verdade tal relato por motivos que eu presensiei e vivi mesmo estando tao longe da antartica fatos situasoes que vivi entre outras esprinhsias mas a algus asuntos que nao se deve comentar na internete mas co toda sertza o relato e vedadeiro marcoa

  5. marcos antonio ruiz diz:

    nao intedo se que um cometario porque nao vai o que escrevi bom comcerteza o relato e verdadeiro por esperinhesia propia bom ja mandi um ae nao foi vo deichar en abrto eu tenho toda serteza e real votentar de novo enviar espero que va se nao for a algo estrnho marcos

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